Após tentar o relaxamento da prisão preventiva nas três instâncias, mas sem sucesso, a defesa de Kelvyn Baltokoski faz o caminho de volta. De acordo com informações judiciais, na sexta (25), nova tentativa foi feita. A defesa de Kelvyn e do pai dele Laureci pede ao TJ, a extensão do Habeas Corpus (HC), que colocou David Gonçalves em liberdade. Esse pedido ainda depende de julgamento pelo colegiado.
Conforme o processo, os três foram presos no mesmo dia, em dezembro de 2021. Meses depois, Kelvyn e Valdecir foram transferidos para a Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG). David permaneceu na cadeia por 102 dias. De acordo com o Ministério Público, todos estão envolvidos em fraudes financeiras e lavagem de dinheiro, em Guarapuava.
Entretanto, o TJ acatou o pedido do advogado Acyr Neves e David deixou a prisão na última sexta (25). Todavia, o advogado David Sérvulo Campos, do Distrito Federal, que defende filho e pai, já teve quatro pedidos negados. Logo após as prisões, impetrou Habeas Corpus para o relaxamento da prisão preventiva, em primeira instância. Recorreu ao TJ, depois ao STJ e retornou em primeiro instância. Todos indeferidos.
O Portal RSN tentou contato com o criminalista, mas não obteve retorno. Um criminalista consultado pelo Portal RSN, explica que no caso de David, o TJ entendeu que a prisão preventiva não atende os requisitos legais. Já quando se trata de Kelvyn e de Laureci, tudo encontra-se dentro da lei.
NOVA PRISÃO
Uma nova prisão ocorrida nesse sábado (26) dá novo desdobramento no caso envolvendo a BTK. Essa empresa pertence a Kelvyn. De acordo com a Polícia Militar, por volta das 20h35, a polícia cumpriu mandado de prisão em Guarapuava, contra um dos assessores de Kelvyn. O motivo, conforme a PM, é associação criminosa e estelionato.
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