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Em Pinhão, castração ética contém número de cães abandonados
Parceria entre a administração municipal e entidades não governamentais de Pinhão prevê a castração, medicamentos, cuidados e lar provisório pós-operatório
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
cachorrinho
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[caption id="attachment_198590" align="aligncenter"]cachorrinho Cachorro sendo castrado (Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)[/caption]
A proliferação de cães nas ruas da cidade é uma das preocupações da administração municipal de Pinhão. Para isso, foi criado o programa Panaceia prevendo o controle ético de animais. A Associação Comunitária dos Moradores de Pinhão (Acomupi) é parceira.
De acordo com a prefeitura, o município auxilia com a castração de fêmeas, fornecimento de ração e medicamentos pós-operatório. Já a associação repassa às ongs 'Abrace e Adote' e 'Cão Migão', os produtos e serviços fornecidos pela prefeitura. O programa ainda conta com lares temporários para cuidados pós-operatórios.
Assim, sob a responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente, Urbanismo e Habitação, na primeira etapa foram feitas 46 cirurgias de esterilização. De acordo com a Secretaria, a estimativa foi de que mais de quatro mil animais deixaram de ser abandonados, com o controle de natalidade.
As ações na segunda etapa do programa serão divididas entre as duas ONGs. A 'Abrace e Adote' será responsável por selecionar e encaminhar as fêmeas para esterilização; e a 'Cão Migão' fica com o acolhimento e campanhas de adoção.
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