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(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)
INCLUSÃO

Escola Municipal Irene Guimarães Pupo não utiliza mais sinal sonoro

O tradicional sinal sonoro que marcava o início, intervalos e fim de aula foi substituído por um relógio interativo nas salas

Antunes
Antunes Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)

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(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)
Conforme a diretora, a Escola têm alunos com Transtorno de Espectro Autista (TEA) matriculados. O sinal sonoro convencional tirava a atenção desses alunos (Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)[/caption] Pensando no bem estar de alunos com Transtorno de Espectro Autista (TEA), a Escola Municipal Irene Guimarães Pupo, no bairro Morro Alto em Guarapuava resolveu não utilizar mais o sinal sonoro convencional. Dessa forma, para indicar o início e o fim das aulas, bem como, os intervalos de recreio a escola instalou um relógio interativo nas salas para cumprir a função. Conforme a diretora da instituição, a professora Silvana Cristina Silva, a motivação da iniciativa deve-se a inclusão, já que na escola há alunos com Transtorno de Espectro Autista (TEA) matriculados, tanto no ensino regular quanto nas atividades de recurso multifuncional. Assim, o sino convencional tirava a atenção desses alunos. Os alunos ainda estão em fase de adaptação, já que a mudança ocorreu no início deste ano. Conforme a diretora, cada sala de aula possui um relógio interativo com ponteiros e as crianças conseguem visualizar o horário de pausas, atividades e encerramento das aulas.

Os alunos estão se adaptando, os professores e funcionários se uniram para que tudo isso acontecesse. No começo parecia estranho e que não ia funcionar, mas não desistimos, pois era em prol das crianças. Nossos alunos inclusos estão muito mais felizes, e agora nenhum barulho (estridente) interfere o aprendizado deles.

As próprias crianças conseguem auxiliar as professoras na cronometragem do tempo. “Além do motivo da inclusão, a retirada do sino audível auxilia as crianças a terem mais disciplina, pois é uma questão de mudança de comportamentos”. Leia outras notícias no Portal RSN.