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Gilvan e Adelmo perderam o controle. Educação vai mal em Prudentópolis

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

É dificil acreditar que uma administração possa realmente perder u rumo, ou não definir um rumo, uma meta, um caminho a ser seguido.

Em Prudentópolis, isso aconteceu.

O prefeito Gilvan Pizzano Agibert (PPS) e o vice Adelmo Klosowski (PR) estão demonstrando que não houve nenhum planejamento para este mandato. Foram apenas promessas vazias durante a campanha, que estão se transformando em tormento para a população.

Ouvir a campanha era ficar maravilhado, com tudo que estava por vir, com os recursos já liberados, segundo os dois, com o apoio aos funcionários, ao comércio, aos produtores. Com boa estrutura para o esporte, com bom atendimento na saúde. Com estradas de qualidade, com empregos sendo gerados.

Era uma cidade fantástica, na conversa deles.

A prática está sendo dura com a população.

Como exemplo, cito a Educação. Pais e professores têm me procurado para reclamar da péssima situação da estrutura física das escolas, pela falta de merenda, pela perseguição a quem não "reza na cartilha" do prefeito e vice. Há professores tendo que voltar para sala, outros sendo transferidos. Ninguém tem o direito de questionar a situação.

O pior cego é aquele que não quer ver.

E o prefeito e o vice têm lampejos de trabalho, onde parece que as coisas vão engrenar. Quando a esperança está brotando, eles a cortam com uma tacada só.

E o contrato de gestão? E o relatório dos secretários? E as metas e resultados?

Me disseram que há secretário em férias, para fugir das cobranças de credores. Prefiro não acreditar, pois além de covardia, secretário não tem direito a férias, ainda mais há apenas nove meses do atual mandato.

Algo vai mal. E até quando?

E o povo? Bom, o povo... já não sabe a quem recorrer.

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