De acordo com os Correios, cerca de 185 milhões de correspondências estão atrasadas em todo o país hoje. A previsão é que, retomado o trabalho na empresa a partir de hoje, quinta-feira (13), elas sejam normalizadas dentro de uma semana.
Os trabalhadores dos Correios obtiveram aumento real de R$ 80, que passa a valer desde 1º de outubro, e reajuste salarial de 6,8%, retroativo a agosto. Além disso, o TST determinou que a ECT pague um vale extra de R$ 575 em dezembro, e um vale-cesta de R$ 40.
A polêmica ficou por conta dos descontos dos dias parados, o que gerou atrito entre governo e grevistas. O TST definiu que os funcionários terão abatimento de sete dias e farão reposição de outros 21, prestando serviços nos finais de semana.
O diretor de Assuntos Jurídicos da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos), Manoel de Lima Feitosa, defendeu o retorno ao trabalho depois do julgamento do TST. “Encerrou-se o ciclo”, disse ele nesta terça (11) à tarde. Feitosa teme que a continuidade do movimento leve a suspensões e demissões de funcionários.
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