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Em Guarapuava, o Defis está emitindo 30% da produção diária de documentos.

Greve paralisa 70% do Departamento de Fiscalização da Seab

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Após a paralisação dos servidores do Departamento de Fiscalização (Defis), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), apenas os serviços essenciais estão sendo realizados. Segundo Ana Lúcia Menos, integrante da comissão da greve, a ideia não é prejudicar a população. “Os serviços essencias estão sendo feitos pelos nossos servidores. Não podemos parar completamente pois alguns serviços são essenciais”, diz Menon

Em Guarapuava, o Defis está emitindo 30% da produção diária de documentos para trânsito de vegetais e animais vivos. O Guia de Trânsito Animal (GTA) para a finalidade de “abate” só são emitidas 30% do número diário normal. A fiscalização, inspeção e monitoramento de áreas de produção só serão realizadas em caso de notificação de praga quarentenária A1, assim como as emergências sanitárias de notificação obrigatória à OIE (Organização Mundial de Saúde Animal).

Os servidores do Defis pedem a “transformação constitucional dos cargos de agente profissional, de agente de apoio e de agente de execução e respectivas funções previstas no Quadro Próprio do Poder Executivo do Estado do Paraná para os cargos equivalentes e previstos nas respectivas carreiras de servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (ADAPAR)”.

Em nota oficial, a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) alertou para os prejuízos que uma paralisação dos servidores do Departamento de Fiscalização (Defis) pode causar para a segurança alimentar da população e a economia paranaense, e informando que tomará as medidas necessárias para garantir a prestação dos serviços de defesa agropecuária e os direitos dos servidores que não aderirem à greve.

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