Guarapuava registrou um crescimento de 12,76% no saldo de empregos em fevereiro, em comparação com janeiro. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na última sexta (28), o município contabilizou 2.872 admissões e 2.564 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 308 empregos formais. Em janeiro, o saldo foi negativo, com mais desligamentos do que admissões.
O setor de Comércio apresentou o melhor desempenho, criando 1.038 vagas e registrando 842 desligamentos, o que resultou em um saldo positivo de 196 empregos. Logo atrás, o setor de Serviços fechou o mês com 989 contratações e 805 demissões, garantindo um crescimento de 184 postos de trabalho.
A Indústria, apesar de um menor crescimento, também teve saldo positivo, com cinco novas vagas formais, totalizando 495 admissões e 490 desligamentos. Em contrapartida, os setores de Agropecuária e Construção encerraram fevereiro no ‘vermelho’. Juntos, registraram 350 contratações contra 427 desligamentos, acumulando uma perda de 77 postos de trabalho no mês.
PARANÁ
Somente no mês de fevereiro, o Paraná gerou 39.176 novos postos de trabalho com carteira assinada, 18,07% a mais que as 33.179 vagas criadas no mesmo mês de 2024.
O Estado também obteve o melhor desempenho da Região Sul. Santa Catarina registrou um saldo de 30.097 empregos no mês, enquanto o Rio Grande do Sul contabilizou 30.693 novas vagas. No cenário nacional, o Paraná alcançou a terceira posição no ranking de geração de empregos, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.
BRASIL
O mercado de trabalho formal no Brasil alcançou o maior saldo mensal já registrado na nova série histórica do Caged, iniciada em 2020. No total, o país criou 431.995 empregos com carteira assinada, com crescimento em todos os estados, exceto Alagoas.
Entre os cinco principais setores da economia, o destaque foi o setor de Serviços, responsável por 254.812 novas vagas em fevereiro, seguido pela Indústria, que gerou 69.884 postos. O Comércio registrou 46.587 novas contratações, enquanto a Construção Civil adicionou 40.871 empregos. Já a Agropecuária criou 19.842 postos de trabalho no período.
*Por Kayla Lima (estagiária), com supervisão de Cristina Esteche.
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