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Universidade possui 23 índios na graduação e já formou cinco.

"Índios não eram excluídos, mas invisíveis", diz pesquisadora.

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

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A Professora da Unicentro, Déa Maria Ferreira Silveira, pesquisadora de comunidade indígena do Paraná, desde 1990, disse à RSN que desde a Constituição de 1988, a situação indígena passa por mudanças. Isso porque a Constituição começou a tratar das questões culturais indígenas e não apenas da questão fundiária
" Mesmo aos poucos as coisas vêm mudando. Existem mais interesses das secretarias como da Saúde, Meio Ambiente, Agricultura - essa em especial ajuda os índios no plantio", observa.
Para a pesquisadora, no campo educacional mudanças também estão ocorrendo.

"Atualmente 23 índios estudam aqui na Unicentro. Destes cinco já se formaram na instituição, (dois em Pedagogia, dois em Serviço Social e já estão trabalhando nas aldeias e um se formou em Administração e trabalha na Funai", comemora a professora.

Para Dea Maria Ferreira Silveira, a sociedade está reconhecendo a importância dos índios efazendo com que, aos poucos, essa parcela da população brasileira saia da invisibilidade.

“Os índios não eram excluídos, mas invisíveis. A comunidade está reconhecendo a importância dos índios”, ressalta.

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