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Juíza diz que permanência na Alep é arbitrária e determina desocupação
Segundo a juíza Rafaela Turra, manifestantes se excederam. Liminar prevê a desocupação do plenário, com multa diária de R$ 2 mil em caso de desobediência
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
plenário
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[caption id="attachment_194309" align="aligncenter"]plenário Plenária da Alep (Foto: Eduardo Matysiak)[/caption]
A juíza Rafaela Mari Turra considerou que os servidores públicos estaduais se excederam ao entrar permanecerem 'acampados' na Assembleia Legislativa do Paraná. Assim, a juíza concedeureintegração determinando a desocupação do plenário e de outras dependências da Alep, na noite desta terça (3). Porém, a juíza liberou também o uso de força policial, caso seja necessário, desde que não haja abuso.
De acordo com a Justiça, caso a ordem não seja cumprida, haverá a multa diária de R$ 2 mil. Conforme as informações, os grevistas entraram em massa no plenário da Alep, na tarde desta segunda. Porém, o presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSDB) tinha limitado as vagas em 250 pessoas nas galerias. a sessão votaria a reforma da Previdência Estadual proposta pelo Governo. Entretanto, a categoria não concorda com o que prevê a PEC. Assim, além de entrar em greve já nessa segunda (2), a categoria montou acampamento em frente ao prédio do Legislativo Estadual, no Centro Cívico em Curitiba.
Uma assembleia no fim da tarde decidiu pela continuidade do movimento que, segundo os sindicatos, não tem dia para acabar.
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