Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
(Foto: Divulgação)

Mais três pessoas morrem por dengue no Estado

Os três casos foram registrados em Ibiporã, Londrina e Foz do Iguaçu

Gilson Boschiero
Gilson Boschiero Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Divulgação)

[caption id="attachment_178133" align="aligncenter"]
(Foto: Divulgação)Mosquito-da-Dengue-imagem-ilustrativa-1
(Foto: Divulgação)[/caption] A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta terça (25) mais três mortes por dengue no Estado. Os casos foram registrados nos municípios de Ibiporã, um homem de 85 anos; Londrina, uma mulher de 59 anos, e Foz do Iguaçu, um homem de 55 anos. De acordo com o informativo semanal da Secretaria, já são 20 mortes causadas pela doença desde agosto do ano passado, das quais 12 são de homens e oito de mulheres. São sete mortes em Londrina, três em Cascavel, três em Loanda, duas em Foz do Iguaçu, duas em Maringá, duas em Ibiporã e uma morte em Cafelândia. As faixas etárias ficaram entre 50 e 59 anos e 80 e 89 anos. O Paraná tem 16.402 casos confirmados de dengue, 1.006 a mais que na semana passada, que apontava 15.396. As notificações chegam a 77.365 casos. O boletim mostra 72 municípios em epidemia, ou seja, apresentam incidência proporcional de 300 casos por 100 mil habitantes. Outros 63 municípios seguem em alerta de epidemia, o que ocorre quando a taxa de incidência igual ou superior a 100 casos por 100 mil habitantes é atingida. “Os números comprovam que, mesmo com a chegada do inverno, não podemos ‘baixar a guarda’ e a Secretaria convoca a população a adotar, de forma permanente, as medidas de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como por exemplo a microcefalia”, afirma Raul Junior Bely, da Gestão de Informação da Secretaria da Saúde. A recomendação é permanecer cuiadando das casas e quintais e, mesmo com a queda das temperaturas, não deixar água parada para não dar chance ao mosquito se reproduzir. O monitoramento da dengue aponta que mais de 60% dos criadouros do Aedes aegypti, transmissor da dengue, estão nas residências.

Sobre o autor

Gilson Boschiero

Gilson Boschiero

Jornalista

Possui graduação em Jornalismo, pela Universidade Metodista de Piracicaba (1996). Mestre em Geografia pela Unicentro/PR. Tem experiência de 31 anos na área de Comunicação, com ênfase em telejornalismo e edição. Foi repórter, editor e apresentador de telejornais da TV Cultura, CNT, TV Gazeta/SP, SBT/SP, BandNews, Rede Amazônica, TV Diário, TV Vanguarda e RPC. De 2015 a 2018 foi professor colaborador do Departamento de Comunicação Social da Unicentro - Universidade do Centro-Oeste do Paraná. Em fevereiro de 2019, passou a ser o editor chefe do Portal RSN.