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Mais uma tentativa, Villarica!

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Mais um dia acordando nas primeiras horas do dia em busca de conseguir chegar ao cume do vulcão Villa Rica. Cedo eu já estava na oficina me equipando e preparando para subir o vulcão. Em poucos minutos, todos estávamos dentro do ônibus sendo levados para a base do vulcão. Era um dia lindo, ensolarado e nuvens (as possibilidades de uma excelente escalada estavam a favor). Começamos a caminhar em sentido ao teleférico que nos levaria ao sopé do vulcão. Lindo passeio realizado no teleférico, e a cada metro que elevamos a paisagem ficava mais divina.

Chegando ao gelo, nosso guia pediu para equiparmos com os grampões devido a neve estar muito. Com todos equipados para enfrentar esta adversidade, começamos nosso caminhada rumo ao cume do vulcão. Conversa vai conversa vem, o caminho foi sendo vencido facilmente e logo já estávamos superando os 2000 mil metros de altitude.

E cada vez mais vento, além da temperatura caindo constantemente. Em pouco tempo, a temperatura já estava -4 graus e a sensação era de -8. Chegando aos 2200 metros de altitude, todos os guias acharam que era muito perigoso prosseguirmos, pois se alguém se escorregasse não conseguiria nem cravar o piolet no gelo para poder reduzir a velocidade ou mesmo parar.

Infelizmente, apesar de toda a vontade de chegar ao cume, decidimos pela nossa segurança retornar e deixar a escalada para outra vez.

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