quinta-feira, 27 de mar. de 2025
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Marcel Micheletto retorna à presidência da AMP

Micheletto destaca pluralismo regional, participação feminina e presença inédita de Curitiba após eleição na AMP

Edimar Santos e Marcel Micheletto (Foto: AMP)

Prefeitos do Paraná aclamaram nesta segunda (25) os 79 membros da nova diretoria da Associação dos Municípios do Paraná (AMP). De acordo com o resultado, o prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheletto, comandará a entidade no biênio 2025/2027. A votação ocorreu em Curitiba, das 9h às 16h.

Encabeçando a chapa ‘Juntos, pelo Desenvolvimento do Paraná’ Marcel Micheletto, destacou o caráter amplo e representativo da composição.

Conseguimos formar uma diretoria com prefeitos e prefeitas de todas as 19 regiões do Estado. Isso garante que todas as realidades locais estejam presentes nas decisões da AMP.

Micheletto também ressaltou a diversidade da chapa ao reunir representantes de municípios de diferentes portes. “Estamos incluindo desde cidades pequenas até grandes centros urbanos. A presença inédita de Curitiba na gestão da AMP, com o prefeito Eduardo Pimentel na Diretoria de Relações Institucionais e Políticas, reforça essa integração”.

Outro destaque enfatizado por Micheletto, conforme a AMP, é o número de mulheres na chapa. Das 37 prefeitas em exercício no Paraná, nove integram a composição, o que representa 11,5% da futura diretoria.

A participação feminina é prioridade. A nova gestão da AMP tem compromisso real com a inclusão das mulheres nas decisões do municipalismo.

A AMP é uma das mais relevantes entidades municipalistas do país, ao lado da Confederação Nacional de Municípios (AMP), reunindo todas as 399 prefeituras paranaenses. A presidência vinha sendo exercida por Edimar Santos, ex-prefeito de Santa Cecília do Pavão e secretário-geral da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Entre as pautas prioritárias da entidade, de acordo com a diretoria, estão a reforma tributária — com a defesa da participação equitativa dos municípios no Conselho Gestor do IBS —, o adicional de 1,5% ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) a ser pago em março de cada ano. Assim como a proposta de parcelamento das dívidas municipais com a Previdência Social.

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Cristina Esteche

Jornalista

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