Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
imagem-32440
Cirurgia será na sexta-feira (18)

Maria Julia dá entrada no HC para transplante de medula óssea

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

imagem-32440



A menina Maria Julia Franciosi faz os últimos exames para o transplante de medula óssea. Ainda nesta quinta-feira (10) a menina será internada no Hospital das Clínicas, em Curitiba. De acordo com a mãe, Karen Franciosi, o transplante está agendado para 18 de novembro, sexta-feira. Inicialmente, a cirurgia tinha sido prevista para outubro, mas houve atraso nos procedimentos.



A luta de Maria Julia contra um câncer linfático começou há um ano, no dia 4 de agosto de 2010, e em 2 de setembro iniciava o tratamento quimioterápico. A persistência da mãe em encontrar um doador não teve limites e ultrapassou todas as barreiras, principalmente, a do preconceito.



“Eu nunca aceitei quando médicos diziam que o caso da minha filha era gravíssimo, ou quando minha mãe disse que era pra eu desistir ou quando informações diziam que ficaria anos na fila à espera de um doador. Eu respondia: com a minha filha não vai ser assim. Confesso que cheguei a desistir de Deus, mas no momento em que me ajoelhei numa capela de hospital, me entreguei e me propus a ajudar a salvar outras vidas, a resposta veio de forma imediata. É uma resposta divina”, acredita.



Após várias campanhas realizadas pelo Hemocentro em Guarapuava e Região em busca de doador compatível, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e no Registro de Receptadores de Medula Óssea (Rereme) encontrou um com 100% de compatibilidade.



Depois do transplante a rotina da família será voltada à recuperação de Maria Julia. “Ela deve ficar um mês no hospital, um ano sem ir à escola e somente depois de cinco anos estará totalmente liberada de qualquer tratamento”, diz a mãe.

Compartilhar