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Morosidade no SAS em Guarapuava causa reclamações

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Vários usuários estão reclamando do Sistema de Assistência a Saúde (SAS). Demora para agendar consultas e exames estão entre as principais reivindicações dos beneficiários. Na manhã desta sexta feira (18) um caso atípico revoltou ainda mais quem aguardava atendimento. A marcação de exames estava fechada por causa da falta de um funcionário.

De acordo com o provedor da Santa Casa do Hospital São Vicente de Paulo, Rui Primak, trata-se apenas de um caso pontual. “Entendemos as reclamações e tentamos atender a todos que necessitam. O que aconteceu hoje foi que a pessoa desse setor acabou adoecendo e não tinha como trabalhar com febre. Pedimos que ela fosse pra casa e colocamos outra pessoa em seu lugar. Foi cerca de duas horas que tivemos esse problema, já que temos um quadro fechado de funcionários e ninguém fico ocioso. Mas resolvemos essa questão o mais rápido”.

Com relação às reclamações, Primak salienta para a confusão de informações por parte dos pacientes. “O SAS é uma assistência de saúde paga pelo governo para que os funcionários estaduais tenham uma ajuda nessa área, e não é um plano de saúde, o que restringe uma serie de procedimentos. Há exames, cirurgias, entre outros, em que não se oferece cobertura e o hospital não pode realizar. Ai é que gera inúmeras reclamações. Nós procuramos ainda, na medida do possível, realizar algumas coisas que não se inclui pensando já no lado humano”.

O governo paga a instituição de saúde R$26 mensais por cada paciente do SAS. Com esse valor ele pode realizar exames, consultas e até cirurgias se estiver dentro dos procedimentos da assistência. Outras cidades já deixaram de atender pelo programa porque a quantia repassada não cobre os custos desses atendimentos.

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