Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
(Foto: Reprodução/ Reprodução GloboNews)
HISTÓRIA

Morre aos 97 general Newton Cruz, ex-chefe do SNI

Newton Cruz foi apontado pela Comissão da Verdade como um dos 377 militares que cometeram crimes durante a ditadura

Antunes
Antunes Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Reprodução/ Reprodução GloboNews)

[caption id="attachment_255130" align="alignnone"]
(Foto: Reprodução/ Reprodução GloboNews)(Foto: Reprodução/ Reprodução GloboNews)
Conforma a família, Newton Cruz morreu de causas naturais (Foto: Reprodução/ Reprodução GloboNews)[/caption] Morreu aos 97 anos o general Newton Cruz nessa sexta (15). Ele foi chefe da Agência Central do Serviço Nacional de Informações (SNI) durante a ditadura militar, de 1964 a 1985. De acordo com a família, Cruz morreu de causas naturais. Ele estava internado no Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro. Em 2014 o Ministério Publico Federal (MPF) o denunciou pelo frustrado atentado a bomba no Rio Centro em 1981. Contudo, meses depois, a Justiça Federal concedeu habeas corpus. A Comissão da Verdade apontou Newton Cruz como um dos 377 militares que cometeram crimes durante a ditadura. Em 1982, houve o assassinato do jornalista Alexandre von Baumgarten. O caso veio a público no ano seguinte após a publicação de um dossiê. De acordo com os documentos deixados por Baumgarten, ele havia sido jurado de morte pelo general Newton Cruz. Na época o general era chefe da Agência Central do SNI. No entanto as investigações com profundidade só ocorreram em 1985, quando o delegado Ivan Vasques, da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, assumiu o processo. Ele indiciou três militares pelo desaparecimento e morte das vítimas. Por fim, em 1992, todos foram absolvidos. (*Com informações Portal G1) Leia outras notícias no Portal RSN.
rodape-anuncie-rsn-1024x249rodape-anuncie-rsn-1024x249