Novo modelo prevê mais duas praças entre Guarapuava e Curitiba

Presidente da Frente Parlamentar, Arilson Chiorato (PT) disse que deputados estão mobilizados para formato com tarifa mais barata

Novo modelo prevê mais duas praças entre Guarapuava e Curitiba (Foto: Junior Guimarães/RSN)

Tarifa mais barata e mais rodovias duplicadas. Este é o novo modelo de pedágio defendido pela pela Frente Parlamentar da Assembleia Legislativa do Paraná. De acordo com o presidente da Frente, deputado Arilson Chiorato (PT) essa proposta vai contra o formato proposto pelo governo federal. Além disso, prevê mudanças numa comparação ao atual contrato.

RODOVIAS ESTADUAIS

De acordo com  Chiorato, o Paraná possui 2,4 mil quilômetros de rodovias pedagiadas em seis lotes. Trata-se do chamado Anel de Integração, cujo contrato acaba em 2021. Entretanto, o governo federal comunicou o Estado do Paraná que vai reassumir o controle das rodovias federais. Conforme disse o deputado em entrevista ao Portal RSN, isso representa o aumento de rodovias com taxas de pedágio no Paraná. De acordo com Chiorato, prevê o aumento de mais duas praças entre Guarapuava e Curitiba, por exemplo. Assim como uma praça entre Guarapuava e Pitanga. É que o governo federal pretende assumir também as rodovias estaduais.

Além disso, o governo federal quer continuar com o modelo atual. “Será prejudicial para a economia paranaense e vai pesar no bolso do cidadão. A opção escolhida por Bolsonaro, é pelo modelo de outorga. Dessa forma, a concessão vai a quem oferece a maior oferta para o governo, quando deveria ser o lance pela menor tarifa”. A nova concessão deve ter cerca de 3,8 mil quilômetros de rodovias pedagiadas divididos em até oito lotes.

Segundo Chiorato, a Frente promove audiências e chamam entidades para ‘engrossarem’ o movimento. Também publicaram uma carta ao povo paranaense. O documento faz um alerta à sociedade sobre as atuais formas propostas pelo governo federal para a concessão de rodovias. Um Fórum Paranaense sobre o Pedágio  envolve os mais diversos setores da sociedade. A ideia será mobilizar, além de representantes de sindicatos, o setor produtivo e a sociedade em geral.

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