22/08/2023
Cotidiano Em Alta Região

Pato Branco registrou mais de 1,5 mil acidentes de trânsito em 2025

Levantamento do Depatran aponta que colisões envolveram mais de 3 mil pessoas e resultaram em seis mortes no ano passado. Janeiro de 2026 indica tendência de queda

PRC-280 entre Pato Branco e Clevelândia (Foto: DER)

Pato Branco encerrou o ano de 2025 com um balanço de 1.567 acidentes de trânsito, conforme dados do Boletim de Acidente de Trânsito Eletrônico Unificado (BATEU) divulgados pelo Departamento Municipal de Trânsito (Depatran). As ocorrências, que incluem o perímetro urbano e rodovias estaduais que cortam o município, envolveram um total de 3.146 pessoas.

Do total de registros no ano passado, 159 acidentes tiveram vítimas, resultando em 183 feridos e seis mortes. Destes óbitos, quatro ocorreram em vias municipais e dois em rodovias que cruzam a área urbana. Por outro lado, a grande maioria das colisões (1.408) não teve vítimas, gerando apenas danos materiais e impactos na mobilidade.

JANEIRO DE 2026

Os primeiros dados de 2026 trazem uma perspectiva de redução. Até o dia 29 de janeiro, o município contabilizou 54 acidentes e 113 pessoas envolvidas. Desse montante, seis ocorrências registraram vítimas, com sete feridos e um óbito confirmado até o momento. Para o Depatran, os números de janeiro — ainda não finalizados — servem como termômetro para ajustar as ações de fiscalização.

RODOVIAS E PONTOS CRÍTICOS

O relatório também detalha a situação nas rodovias que atravessam o território pato-branquense. Em 2025, a PRC-280 foi a via mais perigosa, com 52 acidentes e duas mortes. A PR-493 (recentemente municipalizada) registrou 44 ocorrências, enquanto a BR-158 somou 22 acidentes, ambas sem registro de mortes no período.

No início deste ano, o fluxo nessas vias segue monitorado: a PRC-280 registrou três acidentes com um ferido, enquanto a Via do Conhecimento (antiga PR-493) e a Avenida Frei Policarpo tiveram, somadas, cinco registros sem gravidade.

POLÍTICAS PÚBLICAS

O diretor do Depatran, Rômulo Faggion, ressalta que o monitoramento estatístico é fundamental para a criação de políticas de mobilidade.

“A análise dos números permite identificar horários de pico, tipos de ocorrência e perfil dos envolvidos, auxiliando na construção de segurança viária.”

Por fim, o órgão reforça que a segurança no trânsito depende da postura responsável dos usuários, com foco no respeito aos limites de velocidade e na proibição do uso de celular ao volante.

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Thiago de Oliveira

Jornalista

Jornalista formado pela Universidade Estadual do Centro-Oeste. @tdolvr

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