Polícias Civil e Militar impedem início de motim na cadeia de Guarapuava

De acordo com a PM, o tumulto causado por uma presa grávida foi às 3h30 da manhã. A polícia fez disparos anti-motim para conter a situação

Polícias Civil e Militar impedem início de motim na cadeia de Guarapuava (Foto: Larissa Ortiz/RSN)

As Polícias Civil e Militar impediram na madrugada desta quinta (2), um princípio de motim dentro da carceragem da cadeia pública de Guarapuava. Conforme a Polícia Civil, por volta das 3h30 da manhã, iniciou-se um tumulto na cadeia, um princípio de motim.

O tumulto durou cerca de uma hora e foi contido após intervenção das Polícias Civil e Militar. De acordo com a PC, foi necessário efetuar disparos com munições anti-motim. Conforme a Polícia Civil, não houve fuga nem preso ferido.

De acordo com a Polícia Militar, o tumulto foi causado por uma uma detenta gestante. Ela teria solicitado atendimento, e as presas alegaram demora e começaram a bater as grades. Não há informação sobre danos causados na carceragem.

Ainda conforme a PM, policiais militares fizeram patrulhamento na área externa da cadeia pública, e a situação foi controlada pela Polícia Civil. Por fim, conforme a PC, não foi registrado boletim de ocorrência. A situação consta apenas no relatório do plantão.

Entretanto, conforme a PC, caso os agentes da carceragem observem que houve dano no interior da cadeia, haverá informação para que seja registrado boletim de ocorrência de dano ao patrimônio público. A idade da presa grávida e o estado de saúde dela não foram informados.

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