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Áreas mecanizáveis e não mecanizáveis subiram de preço

Preço da terra sofre alteração

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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O Sindicato Rural de Guarapuava e a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), através do Departamento de Economia Rural (Deral) – Núcleo Guarapuava, promoveram reunião para determinação do Valor da Terra Nua (VTN) exercício 2012, na sede do Sindicato.
Participaram da reunião representantes da Secretaria Municipal de Agricultura, escritórios de contabilidade, imobiliárias, cooperativas, cartórios e outros profissionais ligados ao mercado de terras de Guarapuava.


Foram discutidos os valores do hectare das áreas mecanizadas, mecanizáveis, não mecanizáveis e inaproveitáveis descontadas de eventuais benfeitorias. Ano passado o preço do hectare ficou em R$17.800,00; R$ 7.800,00; R$ 4.500,00 e R$ 2.800,00, respectivamente.

Neste ano, dois valores não tiveram reajuste. As áreas mecanizadas e inaproveitáveis não tiveram alteração, com relação ao ano passado. Já as áreas mecanizáveis subiram para R$ 8.000,00/ha e as áreas não mecanizáveis para R$ 4.900,00/ha.

Durante o levantamento, foram consideradas transações imobiliárias e a realidade da agricultura na região. Segundo o vice-presidente do Sindicato Rural de Guarapuava, Anton Gora, o valor estabelecido em reunião vai basear cálculos de impostos territoriais, como o Imposto Territorial Rural (ITR). “Também serve como um parâmetro para compra e venda de imóveis rurais”, completa.

O chefe do núcleo regional Guarapuava do Deral, Arthur Bittencourt Filho, avalia como produtiva a reunião. “Reuniões como essa são importantes para a definição de um parâmetro para o município de Guarapuava. Esta foi a primeira reunião dos municípios que abrangem a nossa regional”.

Para o contabilista Neri Bittarello os preços condizem com o praticado no mercado hoje e adverte: “mesmo assim, precisamos trabalhar com as diferenças que temos dentro da nossa região”.

O levantamento será disponibilizado pela Faep no sitewww.sistemafaep.org.br. “É importante que o produtor se intere desse valor e se aproxime ao máximo desse parâmetro, evitando fiscalizações posteriores”, observa Gora.

Foto: Artur Bittencourt Filho (SEab) e Anton Gora (SRG)

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