Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
(Foto: Jaelson Lucas/AEN)
AGRICULTURA

Preços de produtos lácteos continuam em alta para o consumidor

A alta dos preços se deve, em parte, pelo aumento nos custos de produção, principalmente do preço dos grãos que compõem a ração animal

Antunes
Antunes Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Jaelson Lucas/AEN)

[caption id="attachment_260204" align="aligncenter"]
Ordenha mecânica. (Foto: Arnaldo Alves / AEN)Ordenha mecânica. (Foto: Arnaldo Alves / AEN)
A previsão é que os preços continuem elevados, pelo menos no médio prazo (Foto: Jaelson Lucas/AEN)[/caption] Os preços dos produtos lácteos continuam em alta para o consumidor paranaense. E, em menor escala, para o produtor. De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, preparado por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), a alta dos preços se deve, em parte, pelo aumento nos custos de produção. O encarecimento dos grãos que compõem a ração animal, particularmente milho e soja, e dos combustíveis está entre os principais motivos. Contudo, conforme o Deral o inverno e a entressafra das pastagens também acabam reduzindo a oferta de leite fluido para laticínios. Dessa forma, a previsão é que os preços continuem elevados, pelo menos no médio prazo. No entanto, o escoamento da produção pode se tornar um limitador para as altas, pois, se os preços continuarem subindo, os consumidores podem restringir o uso dos lácteos na dieta diária.

PREÇOS

O leite longa vida, o derivado lácteo de maior apelo popular, teve alta de aproximadamente 33% no comparativo entre maio de 2021 e maio de 2022. De acordo com o Departamento de Economia, o valor saltou de R$ 3,59, em média, para R$ 4,76 o litro no Estado. Para o produtor, o índice foi de 25% a mais, passando de R$ 1,92 para R$ 2,41. Leia outras notícias no Portal RSN.