Produtos alimentícios podem ficar mais caros, afirma Apras

Segundo a Associação Paranaense de Supermercados, as indústrias aumentaram os preços em até 30% em alguns produtos alimentícios

Produtos alimentícios deverão ficar mais caros, afirma Apras (Foto: Arquivo/RSN)

A Associação Paranaense de Supermercados (Apras) informou, em nota, nesta sexta (27), que a alta notada pelos consumidores nos últimos dias, é em função dos repasses das indústrias. Entretanto, segundo a Apras, a orientação é que os associados não alterarem os preços em decorrência da crise do novo coronavírus.

Segundo a nota oficial, as indústrias aumentaram os preços de diversos produtos, como o leite, por exemplo, que chegou a ficar 30% mais caro.  Porém, segundo a associação, alta será sentida já que a crise fez com que os consumidores comprassem de forma desenfreada.

Mercado em Guarapuava (Foto: Jota Terres/RSN)

INDÚSTRIAS

Em nota à imprensa, a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), disse que está “mobilizando as indústrias dos setores do vestuário e de bebidas para reforçar a produção de materiais médicos destinados ao atendimento de pacientes em tratamento contra o novo coronavírus”.

Entretanto, neste cenário, a Apras pede às indústrias para se “engajarem e procurarem trabalhar com preços não abusivos, pois a sociedade precisa da empatia e da solidariedade de todos neste momento”.  Contudo, a Apras afirmou que os empresários supermercadistas “estão solidários à população e que este não é o momento de lucrar”.

Por fim, o diretor da Apras, Pedro Joanir Zonta, pede a ajuda da população em geral para que não corram para os supermercados e se abasteçam sem necessidade. “Nós da Apras, estamos tendo uma conversa alinhada com supermercadistas. Assim, enquanto as indústrias estiverem trabalhando normalmente, os estoques dos comércios paranaenses continuarão abastecidos”.

Leia outras notícias no Portal RSN.

 

Relacionadas

INVESTIMENTO

Construtora Prestes cria vantagens para produtores rurais

RETOMADA DA ECONOMIA

Paraná pode retomar normalidade das atividades econômicas em agosto

MERCADO FINANCEIRO

Dólar cai e bolsa fecha no maior nível em dois meses

Comentários