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Manifestção aconteceu em frente a Unicentro.

Protesto de acadêmicos marca o Dia Mundial contra a Homofobia

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

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Cartazes contra a homofobia, palavras de ordem e a bandeira simbolizando o movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais). Essa foi a forma que alunos da Unicentro encontraram para marcar o Dia Mundial contra a Homofobia. A manifestação aconteceu na noite desta terça-feira em frente a Instituição.

No dia 17 de maio, em 1990, a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade da classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde, o que marca uma das primeiras conquista do movimento.

Outra conquista alcançada recentemente, foi o reconhecimento das uniões estáveis entre pessoas no mesmo sexo no Brasil. “Hoje nosso amor não é crime”, desabafa Luan Almeida Sales, integrante do GADIH (Grupo Acadêmico de Discussões Interdisciplinares Homo-culturais). Luan explica que além do dia marcar uma conquista, eles querem coibir qualquer tipo de violência e desigualdade, ou seja, formar uma sociedade sem preconceitos.

Em 2010, no Brasil foram registrados 260 assassinatos de homossexuais. Só nos primeiros três meses deste ano, foram documentados 65 homicídios. Esses números reforçam a luta pela aprovação do projeto de lei PLC 122, que criminaliza os atos de homofobia. “Chega de discriminação. As pessoas precisam conviver com o que encaram como diferente. É por isso que estamos aqui hoje”, exalta Luan.

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