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Sobe para 5 o número de mortos pela gripe em Guarapuava
Dados da Sesa confirmam duas novas mortes no município pela Influenza A(H3) Sazonal, subtipo do vírus da gripe
Cristina EstecheJornalista
3 min de leitura
21109091. México, D.F- Trabajadores de la Secretaría de Salud, se aplicaron la vacuna de al Influenza Estacional, al término de la presentación de la Encuesta Nacional de Salud 2012. NOTIMEX/FOTO/JAVIER LIRA OTERO/JLO/HTH/
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[caption id="attachment_156691" align="aligncenter"]Dia D de multivacinação no Paraná ocorre neste sábado (10) (Foto: Ari Dias/AEN)Dia D de multivacinação no Paraná ocorre neste sábado (10) (Foto: Ari Dias/AEN) Neste ano, campanha de vacinação começou em 27 de abril e foi encerrada em 22 de junho (Foto/Reprodução: Javier Lira Otero/JLO/HTH)[/caption]
Das 77 mortes pela gripe no Paraná, cinco foram registradas em Guarapuava. Os números foram revelados em relatório divulgado nesta quarta feira (1), pela Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa). Exclusivamente em Guarapuava, houve um aumento de dois casos, já que os relatórios anteriores da secretaria haviam registrado, até o início de julho, três casos de morte por gripe no município. Ao todo, o terceiro planalto teve seis casos registrados das variações da influenza.
De acordo com informações da Sesa, os cinco casos de morte em Guarapuava foram causadas pela Influenza A(H3) Sazonal. Embora seja uma classificação diferente, o tratamento é o mesmo usado para tratar uma gripe provocada pelo H1N1, por exemplo, sem necessidade de expor o paciente a um tratamento.
Ainda segundo o boletim da Sesa, dos mais de 20 municípios que integram a 5ª Regional de Saúde de Guarapuava, apenas Pinhão e Pitanga também registraram casos – um em cada. Não houveram óbitos nestes municípios.
Na 4ª Regional de Saúde, em Irati, foram 12 casos registrados, um em Imbituva, oito em Irati, dois em Rebouças e um em Rio Azul. Destes, uma pessoa foi a óbito, em Irati.
PREVENÇÃO
Em nota, informou os principais cuidados que devem ser tomados para diminuir o risco de contaminação pelo vírus da gripe, entre eles, a higienização correta das mãos. Elas devem ser lavadas frequentemente com água e sabão, sendo recomendável também complementar o processo com a aplicação de álcool em gel após a lavagem. Outro cuidado é higienizar periodicamente com álcool em gel as superfícies que entram em contato com as mãos, como mesas, teclados e maçanetas.
Recomenda-se ainda que as pessoas evitem compartilhar talheres, copos e alimentos e sempre usem lenços descartáveis para cobrir a boca na hora de tossir ou espirrar, além de manter os ambientes ventilados e evitar a aglomeração de pessoas.
Como ressalta o chefe da Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes, os cuidados preventivos devem ser adotados continuamente, mesmo por pessoas que foram vacinadas contra a gripe em 2018.
“São hábitos saudáveis que precisam ser praticados por todos para diminuir o risco de contaminação e disseminação não apenas do vírus da gripe, mas de uma série de doenças”, explicou o chefe da Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.
Ele alerta ainda para os sintomas da doença, que incluem febre alta (acima de 38°), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse.
Quando há suspeita de influenza, deve-se procurar os serviços de saúde para avaliação médica e início oportuno do tratamento com antiviral específico. A pessoa nunca deve se automedicar.