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DEU RUIM

TJ nega recurso e vereador Adãozinho continua condenado à prisão

Vereador foi condenado a 17 anos e 23 dias de prisão em regime fechado por homicídio qualificado e tentativa, mas recorre em liberdade

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
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Adãozinho (Foto: arquivo/RSN)adao-prude-e1614178886426
Vereador Adãozinho tem recurso negado pelo TJ (Foto: Reprodução/Facebook)[/caption] O Tribunal de Justiça do Paraná negou provimento ao recurso impetrado pela defesa do vereador Adão Kostecki Primo (PSDB) de Prudentópolis. Após julgamento ocorrido em 24 de fevereiro de 2021, ele recebeu uma condenação a 17 anos e 23 dias de prisão em regime fechado. De acordo com o Ministério Público do Paraná, a condenação teve as qualificadoras de motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. Nesse dia, o vereador 'tucano' saiu do Tribunal do Júri direto para a prisão. Conforme a sentença, Adão matou Vicente Cravelin. Bem como tentou assassinar Márcio Candido. Os dois crimes ocorreram no dia 22 de novembro de 2009, na localidade de Jaciaba, no interior de Prudentópolis. De acordo com a polícia, o vereador atirou nos dois homens em uma área rural do município. Um deles não resistiu aos ferimentos e morreu. Entretanto, uma semana depois da prisão, a defesa impetrou um 'habeas corpus' para que Adãozinho recorresse em liberdade. Assim sendo, o vereador retornou à atividade parlamentar.

No entanto, por unanimidade, o colegiado manteve a condenação inicial. Ou seja, a prisão de 17 anos e 23 dias em regime fechado. A defesa do vereador, contudo, ainda tem direito a outros recursos. Ou seja, embargos de declaração e em terceiro instância.

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