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Tuanne é vice campeã nacional de laço

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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Cristina Esteche

Guarapuava tem uma vice campeã brasileira de laço. A jovem Tuanne Haeffner representou Guarapuava e o Paraná na 17º Rodeio Nacional de Campeões, em Piratuba (SC), disputando com seleções de10 estados brasileiros e cerca de 30 competidoras. A equipe em que Tuanne participou como representante do Paraná só perdeu para o Rio Grande do Sul. Tuanne foi a maior pontuadora do quinteto, com oito armadas. A seleção paranaense reuniu as cinco melhores do Estado.

Com essa conquista a guarapuavana chegou à competição top nacional. “Além desse rodeio não há outro que seja superior, portanto, não tenho onde mais participar em nível de competição, a não ser buscar o primeiro lugar”. O Rodeio de Piratuba é bi anual e volta a acontecer somente em 2017.

Porém, mesmo sem patrocínio e contando com o apoio dos pais, Tuanne vai continuar competindo em torneios e rodeios. “No dia 29 de março vou a Porto Alegre na disputa da Confederação do Clube de Laço”. Ela foi classificada em primeiro lugar em rodeio de Carazinho (RS).

Para o conselheiro da 3ª Região do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), de Guarapuava, Newton Apolinário Oliveira, Tuanne é uma heroína. “A tua conquista é um ato de heroísmo representando Guarapuava e o Paraná sem apoio. Esse título é só teu”.

Sem apoio

A mãe da atleta Tuanne Haeffner, Marilise Michelin reclama da falta de valorização da filha por parte dos órgãos estadual e municipal.

"Fomos para o Rodeio Nacional sem a mínima condição. Para o transporte dos animais contamos com o apoio do Pinhão, que cedeu ônibus para a sua comitiva. Nós viajamos com o carro da família, ficamos em barraca de lona, na chuva e no barro. As demais delegações ficaram em hotéis. Isso prejudica a performance dos atletas”. De acordo com Marilise, Guarapuava precisa entender que possui uma vice campeã nacional e que ficou em segundo com a diferença de apenas uma armada”. A falta de patrocínio também atinge a 3ª Região do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), de Guarapuava. “A única coisa que o Paraná fez foi armar as barracas e ceder a alimentação”.

A Rede Sul de Notícias apoia Tuanne.

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