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A ata não foi assinada e ninguém sabe onde os votos foram guardados.

Veja o vídeo e entenda como foi a eleição no GEC

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

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Se prevalecer o resultado da eleição que acabou há pouco no Guarapuava Esporte Clube o presidente eleito é Jorge Barreto, da chapa situacionista. A diferença entre as duas chapas foi de apenas 23 votos, mas a polêmica maior está no número de votantes. Nas urnas foram dpositas 725 cédulas, enquanto o livro de assinatura continha 722 votantes. Com base nessa diferença a oposição pediu a anulação do pleito.


“O estatuto é claro quando no artigo 79, letra A prevê a anulação da urna ou das urnas quando a contagem do número de cédulas da votação, não coincidir evidentemente com o número de votantes verificado pelo livro de assinaturas. Se o número de cédulas de votação superar o número de assinaturas do livro, implicará na anulação da urna ou das urnas em que o excesso se constatar”, explica Ademir Daiprai que atuou como fiscal da oposição.

Ele disse que já no começo da contagem dos votos pediu a impugnação porque o nome da chapa Lobo Solitário estava errada na cédula. “A nossa chapa é Lobo Solitário – Leônidas para presidente e Chapecó para vice e só constava o nome do Leônidas”, informou.

Outra irregularidade apontada é que a ata da eleição não foi concluída. “Ninguém assinou nada”, disse Daiprai.

De acordo com a oposição, no tumulto as urnas foram deixadas vazias no salão social, mas o votos ninguém sabe onde foram parar. “Achamos que o presidente da Comissão Eleitoral, João Luis De Laia, levou para casa”, afirmou.

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