22/08/2023
Blog da Cris

Zeca Dirceu prestigia ‘niver’ de Barros, mas ambos querem a vaga de Moro

A deputada Gleisi Hoffmann também disputa a vaga dentro do PT e se fala até em Michele Bolsonaro, mas Moro vai adiando a cassação

Zeca e Ricardo Barros (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Dada como certa a cassação do mandato do senador Sergio Moro, pré-candidatos se articulam. Uns para obter a indicação oficial do Partido. Outros, já colocando o ‘bloco na rua’. Na semana passada, o deputado federal Zeca Dirceu deixou Brasília e saiu pelo Paraná. Em Curitiba, prestigiando o almoço de aniversário do atual secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, Zeca disse que está à disposição para ser candidato ao Senado.

Outra opção levantada pelo deputado petista é a Prefeitura de Curitiba. E aí nessa questão o encontro entre ambos pode suscitar a possibilidade de uma conversa para que PT e PP estejam juntos nas eleições de 2024 na capital e algumas cidades paranaenses. Isso é o que dizem blogueiros da capital. Ainda nas hostes petistas, a deputada Gleisi Hoffmann se recuperou do procedimento cardíaco pelo qual passou recentemente. Ela também pôs o pé na estrada. Acompanhada pelo presidente estadual do PT, Arilson Chiorato, ela fez uma série de reuniões pelo Paraná. Guarapuava, no entanto, ficou fora do roteiro. No PT deve haver uma disputa interna entre Gleisi e Zeca Dirceu.

Já Ricardo Barros visitou 25 municípios, onde conversou com empresários, prefeitos e vereadores. Ele disse que vai passar pelo 399 municípios do Estado. Correndo por fora há outras pretensas candidaturas, inclusive se fala até em Michele Bolsonaro. Mas, por enquanto, a movimentação maior fica por conta destas.

ESCAPOU

Enquanto isso, Sergio Moro, tenta ‘empurrar’ a decisão da Justiça. No último dia 15 de novembro, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná adiou o depoimento do senador para 7 de dezembro. A decisão acatou pedido da defesa de Moro. O TRE havia marcado para a quinta (16) às 13h, a oitiva dele.

Para ‘refrescar’ a memória, Moro está sendo julgado por abuso do poder econômico, caixa 2, uso indevido dos meios de comunicação e irregularidade em contratos. O PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro e a Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV), entraram com ações. No entanto, as duas foram unificadas. A inelegibilidade do senador, por oito anos, também está prevista em caso de condenação.

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Cristina Esteche

Jornalista

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