O reencontro musical de Krysthian Ratier e Flavinho

Krysthian Ratier (Foto: Divulgação)

A veia caipira do músico Krysthian Ratier não tem limites e mistura-se com chorinho, com o resgate de manifestações folclóricas, com o rock rural, passeando também pela MPB. A mescla de tudo isso, inspira composições próprias que serão lanças em vídeo e em apresentações no decorrer de 2018.

Mas antes disso, o artista que é natural de Salto Santiago, no município de Rio Bonito do Iguaçu, e que hoje mora em Quatro Barras, município que compõe a Região Metropolitana de Curitiba, reencontra o amigo Flavio Francisco, o Flavinho, e nasce o dueto D. Quixote, após dez anos sem tocarem juntos. Esse reencontro de histórias, talento e amizade será neste sábado (13) num dos bares de Guarapuava, o Estação.

O músico, porém, começou cedo. “Minha veia musical vem de família, sempre rolou muito som lá em casa, desde a minha infância. Porém aos 14 anos comecei a me dedicar à música e tocar na noite”.

Adotando Guarapuava como uma das “terras natais”, o cantor e compositor, iniciou sua carreira artística há mais de 20 anos, realizou inúmeros trabalhos com música e teatro. Hoje em dia dedica-se, também, ao ensino da arte focado em projetos sociais na cidade onde mora. “Uma cidade linda”. E é em Quatro Barras que Krysthian Ratier  está focado    na produção artística em projetos sociais. “Agora estou desenvolvendo alguns projetos com foco na cultura popular, mais precisamente no festejo do Boi Bumbá, envolvendo adolescentes e idosos”.

Flavinho (Foto: Facebook)

Enquanto isso, Flávio Francisco, 38 anos, capão bonitense de origem, hoje reside na cidade de Tatuí, interior de São Paulo. Passou um tempo da sua vida acadêmica em Guarapuava onde realizou inúmeros eventos artísticos, tanto em auditórios como na noite guarapuavana. Um deles é o “Quarta Brasilis”, evento anual que reunia os músicos locais. Hoje atua como educador musical em projetos sociais, é produtor de eventos e estuda regência e choro no Conservatório de Tatuí. O show “Duo Quixote” consiste na reunião informal de dois compadres que há dez anos não tocam juntos. No passado apresentaram-se em diversas casas da noite em Guarapuava e neste sábado que os dois se juntam e vão relembrar histórias, risadas e muita música brasileira.

 

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