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	<title>Economia - RSN</title>
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	<description>Portal de notícias de Guarapuava e Região</description>
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	<title>Economia - RSN</title>
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		<title>Casas para alugar em Curitiba: o que os dados do Secovi-PR revelam sobre o mercado residencial da capital em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 19:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
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		<category><![CDATA[Secovi-PR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem pesquisa casas para alugar em Curitiba em 2026 encontra um mercado diferente do que existia há três anos. Os preços subiram, a oferta encolheu em relação à demanda e os imóveis com boa localização saem antes do fim de semana. O Secovi-PR, Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná, acompanha esse movimento mês a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pesquisa <strong><a href="https://www.chavesnamao.com.br/casas-para-alugar/pr-curitiba/">casas para alugar em Curitiba</a> </strong>em 2026 encontra um mercado diferente do que existia há três anos. Os preços subiram, a oferta encolheu em relação à demanda e os imóveis com boa localização saem antes do fim de semana. O Secovi-PR, Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná, acompanha esse movimento mês a mês pelo Inpespar, Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial.</p>
<p>Os dados mais recentes mostram uma alta de 10,98% nos aluguéis dos bairros mais procurados da capital segundo o Índice FipeZAP, com valor médio chegando a R$ 2.525 em maio de 2026, avanço de 9,3% sobre maio de 2025. Curitiba encerrou 2025 como a segunda capital que mais valorizou imóveis no Brasil, com alta acumulada de 17,86%, atrás apenas de Salvador. O mercado de casas para alugar na capital paranaense não está apenas aquecido. Está entre os mais disputados do país.</p>
<h4>O que está puxando os preços</h4>
<p>A pressão sobre quem procura casas para alugar em Curitiba tem três motores principais que o Secovi-PR e os analistas do mercado identificam de forma consistente. O primeiro é a demanda crescente de fora da cidade. Curitiba atrai moradores de outras regiões do Paraná e de estados como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo pela combinação de qualidade de vida, planejamento urbano e mercado de trabalho diversificado. Quem chega à cidade sem imóvel próprio entra direto no mercado de locação, aumentando a pressão sobre um estoque que não cresceu no mesmo ritmo.</p>
<p>O segundo motor é o polo tecnológico em expansão. Empresas do setor de tecnologia que se instalaram em Curitiba nos últimos anos contratam profissionais de outros estados, criando um fluxo contínuo de novos moradores com renda acima da média e dispostos a pagar por localização conveniente. Esse perfil de inquilino pressiona especialmente os bairros próximos aos corredores corporativos e ao centro expandido da cidade.</p>
<p>O terceiro motor é a Selic elevada. Com o financiamento imobiliário mais caro, parte dos potenciais compradores permaneceu no mercado de locação por mais tempo. Cada pessoa que poderia ter comprado um imóvel mas não conseguiu financiar é um inquilino a mais disputando o mesmo estoque disponível. A Caixa Econômica Federal encerrou 2025 com carteira de financiamento imobiliário em Curitiba representando 72,1% de toda a carteira de crédito do banco na capital, a maior participação em sete anos, reflexo de um mercado que continuou comprando mesmo com os juros altos, reduzindo ainda mais a oferta de casas disponíveis para locação.</p>
<h4>Os bairros que concentram a demanda</h4>
<p>Os dados do Secovi-PR para 2026 mostram uma distribuição de demanda que nem sempre coincide com a intuição de quem conhece Curitiba superficialmente. O Centro lidera a procura por locações residenciais com 15,6% das buscas, seguido por Água Verde com 7,1% e Campo Comprido com 5,5%. Esses três bairros concentram a maior fatia da demanda por combinarem infraestrutura completa, acesso ao sistema de BRT e densidade de serviços que o inquilino curitibano passou a considerar como requisito mínimo.</p>
<p>Para quem procura casas para alugar em Curitiba com mais espaço e quintal, bairros como Santa Felicidade, Pilarzinho, Tingui e Capão da Imbuia oferecem esse perfil com preço de metro quadrado abaixo dos bairros mais disputados do centro expandido. Santa Felicidade se destaca pelo ambiente familiar, pelos restaurantes tradicionais e pela proximidade com parques, atributos que atraem especialmente famílias com crianças que precisam de mais área externa do que um apartamento consegue oferecer. Cabral, Juvevê e Centro Cívico atendem um perfil diferente: moradores que trabalham em órgãos públicos, escolas ou hospitais próximos e precisam de praticidade acima de qualquer outro critério.</p>
<p>O aluguel de casas e sobrados em Curitiba varia entre R$ 1.500 e R$ 25.000 mensais segundo dados do ZAP Imóveis, amplitude que reflete a diversidade de perfis, de casas térreas simples em bairros periféricos a sobrados em condomínios fechados nos bairros mais valorizados. No segmento intermediário, que concentra a maior parte da demanda, casas de três quartos em bairros como Boa Vista, Bigorrilho e Portão costumam ser encontradas entre R$ 3.000 e R$ 6.000, valores que dependem diretamente da conservação, da metragem e da presença de garagem e área externa.</p>
<h4>O que os dados do FipeZAP mostram por bairro</h4>
<p>O ranking de rentabilidade do Secovi-PR, com dados de julho de 2025, revela informações relevantes para quem aluga e para quem investe em casas em Curitiba. Prado Velho, bairro universitário próximo à PUC-PR e à Santa Casa, lidera com R$ 53,52 por metro quadrado ao mês, acima de Cascatinha e Alto da Rua XV. Bairros premium como Batel, Bigorrilho e Água Verde, apesar dos preços de venda mais altos da cidade, têm rentabilidade de aluguel entre 3,4% e 4,6% ao ano, abaixo da média da cidade de 4,74%, o que confirma que esses endereços funcionam mais como reserva de valor do que como ativo de renda.</p>
<p>Para o inquilino, o dado mais relevante é o Índice de Locação Sobre a Oferta, o LSO, que chegou a 7,9% nos primeiros meses de 2026, crescimento de 0,9 ponto percentual sobre o mesmo período do ano anterior. Um LSO de 7,9% significa que quase 8% de toda a oferta disponível de imóveis para locação em Curitiba foi locada no período analisado. É um número que traduz, em termos concretos, a velocidade com que o estoque disponível é absorvido e o poder de barganha limitado do inquilino num mercado com esse nível de pressão.</p>
<h4>O que o mercado de casas oferece que o de apartamentos não consegue</h4>
<p>A demanda específica por casas para alugar em Curitiba tem características que o mercado de apartamentos não consegue atender completamente. Famílias com crianças e animais de estimação, profissionais que trabalham em home office e precisam de um cômodo dedicado, e moradores que valorizam quintal, garagem e espaço externo compõem um perfil de inquilino que raramente consegue o que precisa num apartamento convencional.</p>
<p>Esse perfil cresceu de forma expressiva no período pós-pandemia e sustentou a demanda por casas mesmo quando os preços subiram. O curitibano que passou a trabalhar de casa descobriu que o apartamento de dois quartos que atendia antes das reuniões virtuais e das tarefas remotas deixou de ser suficiente. A casa com um quarto extra para escritório, com quintal para a família e com garagem para pelo menos dois carros passou a ser o produto mais procurado num mercado que não tinha estoque suficiente para atender essa demanda de forma imediata.</p>
<h4>O que esperar no segundo semestre de 2026</h4>
<p>O mercado de casas para alugar em Curitiba entra no segundo semestre de 2026 num momento de desaceleração em relação ao pico do biênio 2024-2025. A entrega de novos empreendimentos e a estabilização da demanda em patamares menos acelerados devem trazer algum alívio para o inquilino, com mais opções disponíveis e eventual espaço para negociação em bairros com maior estoque novo.</p>
<p>Para quem precisa alugar agora, o segundo semestre tende a ser melhor do que o primeiro para negociar condições de contrato. Proprietários com imóvel vago por mais de 30 dias têm incentivo para negociar, especialmente em bairros onde o estoque de casas disponíveis cresceu com novas entregas. Verificar o índice de reajuste previsto no contrato antes de assinar, comparar o valor pedido com imóveis equivalentes na mesma região e incluir o condomínio e o IPTU no cálculo total do custo mensal são os três passos que fazem mais diferença na hora de encontrar e negociar casas para alugar em Curitiba com critério e sem surpresas.</p>
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<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-334235 aligncenter" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/07/RODAPE-MAPA.jpg" alt="" width="1024" height="150" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/07/RODAPE-MAPA.jpg 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/07/RODAPE-MAPA-768x113.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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		<item>
		<title>Festival de Cervejas de Inverno reforça a identidade cervejeira de Guarapuava</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/festival-de-cervejas-de-inverno-reforca-a-identidade-cervejeira-de-guarapuava/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 17:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#guarapuava]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em poucas cidades brasileiras o inverno faz tanto sentido quanto em Guarapuava. Conhecida pelas baixas temperaturas, pelas geadas e por uma forte tradição agrícola, a cidade também vem consolidando outro título. Ela se tornou um dos principais polos cervejeiros do Paraná. É nesse cenário que começa neste sábado (11) o Festival de Cervejas de Inverno, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em poucas cidades brasileiras o inverno faz tanto sentido quanto em Guarapuava. Conhecida pelas baixas temperaturas, pelas geadas e por uma forte tradição agrícola, a cidade também vem consolidando outro título. Ela se tornou um dos principais polos cervejeiros do Paraná.</p>
<p>É nesse cenário que começa neste sábado (11) o Festival de Cervejas de Inverno, que segue até domingo (1s). O festival  reúne cervejarias artesanais, gastronomia e música em uma celebração que vai muito além de brindar uma boa cerveja. O Fecin vai começar às 14h no Centro de Eventos Cidade dos Lagos. No domingo, das 12h as 21h.</p>
<p>Mais do que um evento para apreciadores da bebida, o festival reforça uma vocação construída da lavoura à taça. Guarapuava é o maior produtor de cevada do Brasil. Abriga uma das maiores maltarias da América Latina, responsável por transformar o cereal que abastece cervejarias de diversas regiões do país.</p>
<p>Esse protagonismo no campo impulsionou o crescimento das cervejarias artesanais locais.Todas passaram a explorar estilos variados e conquistar espaço no mercado. De acordo com essa trajetória, ajudaram a transformar Guarapuava na &#8216;Capital Nacional do Malte e da Cevada&#8217;.</p>
<p>No festival, o público poderá experimentar diferentes rótulos produzidos em Guarapuava. Significa conhecer de perto o trabalho dos mestres cervejeiros e a riqueza de sabores que a bebida pode oferecer.</p>
<h4>ALÉM DO COPO</h4>
<p>Mas a experiência vai além dos copos. A gastronomia ocupa papel de destaque na programação, com pratos preparados para harmonizar com as cervejas e valorizar ingredientes típicos da região. Hambúrgueres artesanais, carnes defumadas, porções, queijos, embutidos, doces e outras opções prometem transformar o espaço em um verdadeiro circuito gastronômico para famílias e grupos de amigos.</p>
<p>A trilha sonora, conforme a programação, também foi pensada para acompanhar o clima do festival. Bandas nacionais e locais sobem ao palco durante os dois dias com repertórios voltados ao rock nacional e internacional, blues e clássicos que combinam com as baixas temperaturas e o ambiente descontraído do evento.</p>
<p>Em uma cidade conhecida pelas geadas, pelo inverno rigoroso e pela forte ligação com a produção agrícola, o Fecin ajuda a consolidar uma nova identidade turística. A cerveja deixa de ser apenas uma bebida para se tornar parte da economia, da cultura e da experiência de quem vive ou visita Guarapuava.</p>
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<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-313856" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2025/03/43.png" alt="" width="1024" height="150" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2025/03/43.png 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2025/03/43-768x113.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Grupo Mufatto avança e compra seis lojas da Rede Superpão</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/grupo-mufatto-avanca-e-compra-seis-lojas-da-rede-superpao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Muffato anunciou a assinatura de um acordo para a aquisição de parte das operações do Grupo Superpão. Até então, a tradicional rede supermercadista paranaense fundada e administrada por décadas pela família Hyczy. De acordo com o novo Grupo, a negociação envolve seis unidades. Dessas, cinco localizadas em Guarapuava e uma em Palmas, municípios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Muffato anunciou a assinatura de um acordo para a aquisição de parte das operações do Grupo Superpão. Até então, a tradicional rede supermercadista paranaense fundada e administrada por décadas pela família Hyczy. De acordo com o novo Grupo, a negociação envolve seis unidades. Dessas, cinco localizadas em Guarapuava e uma em Palmas, municípios considerados estratégicos para a expansão da empresa no Paraná.</p>
<div id="attachment_333981" class="wp-caption aligncenter" ><img decoding="async" class="size-full wp-image-333981" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/07/Tito-Mufatto-Foto-reproducao.jpg" alt="" width="1024" height="686" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/07/Tito-Mufatto-Foto-reproducao.jpg 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/07/Tito-Mufatto-Foto-reproducao-768x515.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text">Tito Mufatto (Foto: reprodução/Portal da Cidade/Foz)</p></div>
<p>Além da estratégia de crescimento, a chegada do Grupo Muffato a Guarapuava possui um forte valor simbólico. De acordo com a assessoria do Grupo, José Carlos Muffato (já falecido), conhecido como Tito Muffato, nasceu em Cerro Verde, localidade rural de Guarapuava.</p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: center;"><strong>A origem da família na região torna a expansão um marco histórico para a companhia, que retorna às suas raízes mais de cinco décadas após o início de sua trajetória empresarial.</strong></h4>
</blockquote>
<p>Fundado em 1974, em Cascavel, o Grupo Muffato se consolidou como uma das maiores redes varejistas do Brasil, mantendo capital 100% nacional e forte presença no Sul e Sudeste do país.</p>
<p>A conclusão da operação ainda depende da aprovação da Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Conforme a transação, trata-se de procedimento obrigatório para transações desse porte. Após a autorização do órgão, começa a transferência oficial das unidades para o Grupo Muffato.</p>
<p>Com a aquisição, o Grupo Muffato passa a atuar em duas importantes cidades do Centro-Sul paranaense, levando as bandeiras Super Muffato, voltada ao varejo, e Max Atacadista, no segmento de atacarejo.</p>
<p>De acordo com o Grupo Muffato, a aquisição reforça o compromisso com o desenvolvimento regional por meio da geração de empregos, renda e investimentos. A expectativa é que a chegada da empresa fortaleça o comércio local. Além de ampliar a concorrência no setor supermercadista e oferecer aos consumidores novas opções de</p>
<h4>ENTRE OS MAIORES</h4>
<p>Reconhecido como uma das maiores empresas do setor supermercadista brasileiro, o Grupo Muffato atua nos segmentos de varejo, atacarejo, e-commerce, logística, combustíveis, shopping centers, serviços financeiros e mercado imobiliário.</p>
<p>Antes da aquisição, a empresa estava presente em mais de 50 municípios dos estados do Paraná e São Paulo, com mais de 120 lojas das bandeiras Super Muffato e Max Atacadista, além de aproximadamente 25 mil colaboradores diretos. A companhia segue acelerando seu plano de expansão, com novos investimentos e inaugurações em diferentes regiões dos dois estados.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-308250 aligncenter" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2024/10/26.png" alt="" width="1024" height="150" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2024/10/26.png 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2024/10/26-768x113.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
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		<item>
		<title>Guarapuava fechou 373 vagas de emprego formal em maio, aponta Caged</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/guarapuava-fechou-373-vagas-de-emprego-formal-em-maio-aponta-caged/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thiago de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#guarapuava]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro geral de empregados e desempregados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guarapuava encerrou maio de 2026 com saldo negativo de 373 vagas formais de emprego. Os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mostram 1.961 admissões contra 2.334 desligamentos no município, o segundo pior resultado mensal da série histórica de Guarapuava desde maio de 2020. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guarapuava encerrou maio de 2026 com saldo negativo de 373 vagas formais de emprego. Os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mostram 1.961 admissões contra 2.334 desligamentos no município, o segundo pior resultado mensal da série histórica de Guarapuava desde maio de 2020.</p>
<p>Os cinco grandes grupamentos de atividade fecharam postos de trabalho simultaneamente em maio. A agropecuária liderou as perdas entre os grupamentos, com saldo negativo de 120 vagas. Na sequência aparecem o comércio (-85), os serviços (-61), a indústria (-55) e a construção civil (-52).</p>
<h4>RESULTADO DETALHADO</h4>
<p>O recorte por ocupação detalha ainda mais esse cenário. Os trabalhadores da produção de bens e serviços industriais somaram o maior prejuízo, com 138 postos fechados, seguidos pelos trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca, com 112 desligamentos líquidos. Os técnicos de nível médio foram a única categoria a fechar o mês no positivo, com saldo de apenas 1 vaga.</p>
<p>A faixa etária de 30 a 39 anos foi a mais afetada entre os trabalhadores, com saldo negativo de 109 postos. As faixas de 40 a 49 anos (-102) e 50 a 64 anos (-98) também tiveram perdas expressivas. Já os extremos da pirâmide etária fugiram à regra: trabalhadores de até 17 anos (+16) e com 65 anos ou mais (+11) registraram saldo positivo no mês.</p>
<p>Por grau de instrução, quem tem ensino médio completo sofreu o maior impacto, com 133 vagas fechadas, à frente de trabalhadores com fundamental incompleto (-93). Analfabetos foram o grupo menos afetado proporcionalmente, com saldo de -9.</p>
<p>O tempo médio de emprego dos trabalhadores desligados foi de 17 meses. Guarapuava fechou o mês com um estoque de 46.183 vínculos formais ativos, uma variação relativa de -0,80% em relação a abril.</p>
<p>A queda atingiu homens e mulheres, mas pesou mais sobre o público masculino. As trabalhadoras somaram saldo negativo de 129 vagas, enquanto os homens perderam 244 postos no período.</p>
<p>O resultado interrompe a sequência positiva do mês anterior. Em abril, Guarapuava havia fechado o mês com saldo de 127 novas vagas com carteira assinada, puxado principalmente pelo setor de serviços.</p>
<h4>PARANÁ</h4>
<p>O estado seguiu na direção contrária à do município. O Paraná gerou 60,4 mil empregos formais nos cinco primeiros meses de 2026 e manteve o quarto maior saldo de vagas do país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Somente em maio, o saldo estadual foi de 2.210 novos postos, o quinto mês consecutivo de resultado positivo.</p>
<p>O Paraná foi o único estado da Região Sul a fechar maio no azul. Rio Grande do Sul e Santa Catarina puxaram o saldo regional para -4.109 vagas. Os serviços lideraram a geração de empregos no estado no ano, com 35.140 postos, seguidos por indústria (13.761), construção civil (9.024), comércio (2.025) e agropecuária (450).</p>
<h4>BRASIL</h4>
<p>No país, o saldo de maio foi de 72.960 vagas, o menor resultado para o mês desde 2020. No acumulado do ano, o Brasil já soma 767.326 novos postos com carteira assinada, alta de 1,6%, com estoque de 47,8 milhões de vínculos formais.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, atribuiu a desaceleração às altas taxas de juros e ao cenário externo, mas destacou que o país mantém o menor índice de desemprego da história. Serviços (+45.655), construção (+12.096), agropecuária (+10.205) e indústria (+4.974) puxaram o resultado positivo em maio, enquanto o comércio ficou praticamente estável, com saldo de apenas 40 postos.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8216;Julho Black&#8217; no Shopping Cidade dos Lagos sorteia três carros elétricos BYD Dolphin Mini</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/julho-black-no-shopping-cidade-dos-lagos-sorteia-tres-carros-eletricos-byd-dolphin-mini/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#guarapuava]]></category>
		<category><![CDATA[BYD Dolphin Mini]]></category>
		<category><![CDATA[campanha promocional]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[descontos]]></category>
		<category><![CDATA[julho black]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Shopping Cidade dos Lagos]]></category>
		<category><![CDATA[sorteio]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Shopping Cidade dos Lagos, em Guarapuava, promove de 1º a 20 de julho de 2026 a campanha Julho Black Brasil, uma das maiores promoções do ano. Durante o período, os consumidores encontram descontos de até 70% nas lojas participantes e concorrem a três carros elétricos BYD Dolphin Mini 0km. De acordo com Shopping, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Shopping Cidade dos Lagos, em Guarapuava, promove de 1º a 20 de julho de 2026 a campanha Julho Black Brasil, uma das maiores promoções do ano. Durante o período, os consumidores encontram descontos de até 70% nas lojas participantes e concorrem a três carros elétricos BYD Dolphin Mini 0km.</p>
<p>De acordo com Shopping, a participação é simples. A cada R$ 300 em compras nas lojas e quiosques participantes, o consumidor recebe um número da sorte. Quem compra entre terça e quinta ganha números da sorte em dobro, aumentando as chances de ser contemplado.</p>
<p>Ao longo da campanha, o Shopping Cidade dos Lagos fará três sorteios. Conforme o regulamento do sorteio, cada um entregará um BYD Dolphin Mini 0km, totalizando três carros elétricos distribuídos durante o &#8216;Julho Black Brasil&#8217;.</p>
<h4>DESCONTOS DE ATÉ 70%</h4>
<p>Além da chance de concorrer aos carros elétricos, o Julho Black Brasil reúne ofertas em diversos segmentos. As promoções incluem lojas de moda, calçados, infantil, eletrônicos, beleza, acessórios, gastronomia, serviços e muito mais.</p>
<p>A campanha, portanto, oferece uma oportunidade para economizar, aproveitar condições especiais e disputar prêmios de alto valor.</p>
<h4>COMO PARTICIPAR DA PROMOÇÃO</h4>
<p>Para participar, o consumidor deve fazer compras nas lojas participantes e informar o CPF na nota fiscal no momento da compra. De acordo com o regulamento, somente notas fiscais com CPF geram números da sorte para a campanha.</p>
<p>Ainda conforme as normas do sorteio, o cadastro das notas fiscais pode ocorrer de duas formas:</p>
<p>No balcão de atendimento da promoção, localizado ao lado da loja Expressiva.<br />
Pelo site oficial da promoção: <strong><a href="http://promocao.shoppingcidadedoslagos.com.br">promocao.shoppingcidadedoslagos.com.br.</a></strong></p>
<p>Os consumidores poderão cadastrar as notas fiscais até as 22h do dia 20 de julho de 2026.</p>
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		<title>Receita Federal paga nesta terça o maior lote de restituição do IR da história</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/receita-federal-paga-nesta-terca-o-maior-lote-de-restituicao-do-ir-da-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[lote]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[restituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal deposita nesta terça (30) o maior lote de restituição do Imposto de Renda já registrado no país. Ao todo, 9.585.797 contribuintes recebem R$ 16 bilhões, valor que corresponde ao segundo lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2026 somado a restituições residuais de exercícios anteriores. O montante repete os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal deposita nesta terça (30) o maior lote de restituição do Imposto de Renda já registrado no país. Ao todo, 9.585.797 contribuintes recebem R$ 16 bilhões, valor que corresponde ao segundo lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2026 somado a restituições residuais de exercícios anteriores.</p>
<p>O montante repete os R$ 16 bilhões pagos em maio, no primeiro lote do ano, mas atinge um número bem maior de pessoas. São 835,8 mil contribuintes a mais do que no pagamento anterior. Juntos, os dois primeiros lotes de 2026 já somam 80% de todas as restituições previstas para o ano. Tanto em valores quanto em quantidade de contribuintes atendidos.</p>
<p>A Receita atribui o volume recorde à agilidade no processamento das declarações e ao avanço das ferramentas de automação adotadas pelo órgão nos últimos anos.</p>
<h4>QUEM RECEBE PRIMEIRO</h4>
<p>Do total de R$ 16 bilhões liberados, R$ 4,494 bilhões vão a contribuintes que têm prioridade legal no reembolso. Neste lote, não há pagamento a quem não se enquadra em nenhuma prioridade. A distribuição ocorre da seguinte forma:</p>
<p>7.709.752 contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber a restituição via Pix;<br />
1.106.923 contribuintes entre 60 e 79 anos;<br />
507.768 contribuintes cuja maior fonte de renda vem do magistério;<br />
155.060 contribuintes acima de 80 anos;<br />
106.294 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.</p>
<h4>COMO CONSULTAR E RECEBER</h4>
<p>O contribuinte pode consultar a situação da restituição desde o dia 23 de junho, pelo site da Receita Federal, no menu &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221; e em seguida &#8220;Consultar a Restituição&#8221;. A consulta também está disponível pelo aplicativo da Receita para celulares e tablets.</p>
<p>O depósito é feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração. Quem não encontrar o nome na lista deve acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e verificar o extrato da declaração; havendo pendência, é possível enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes.</p>
<p>Se o valor não puder ser depositado — por exemplo, em caso de conta desativada —, a restituição fica disponível por até um ano no Banco do Brasil. O contribuinte pode agendar o crédito em qualquer conta de sua titularidade pelo Portal BB. Ou pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (atendimento exclusivo para deficientes auditivos). Passado esse prazo, é necessário solicitar o valor diretamente pelo e-CAC, no menu &#8220;Declarações e Demonstrativos&#8221;, opção &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221; e depois &#8220;Solicitar restituição não resgatada na rede bancária&#8221;.</p>
<p>Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituição, com pagamentos programados para o fim de maio, junho, julho e agosto.</p>
<p><strong>*Com informações da Agência Brasil</strong></p>
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		<title>Iniciativa contra aumento indireto do ICMS repercute no Paraná</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/iniciativa-contra-aumento-indireto-do-icms-repercute-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[alep]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[FAEP]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Tributo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Repercute muito bem no Paraná a iniciativa do deputado Fabio Oliveira (Novo) em defesa do Projeto de Lei nº 523/2026. Projeto busca evitar um aumento indireto do ICMS no Estado. Representantes do G7 Paraná, grupo que reúne as principais entidades do setor produtivo, começaram a semana indo até a Assembleia Legislativa do Paraná. O Grupo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Repercute muito bem no Paraná a iniciativa do deputado Fabio Oliveira (Novo) em defesa do Projeto de Lei nº 523/2026. Projeto busca evitar um aumento indireto do ICMS no Estado.</p>
<p>Representantes do G7 Paraná, grupo que reúne as principais entidades do setor produtivo, começaram a semana indo até a Assembleia Legislativa do Paraná. O Grupo reforçou à Presidência da Casa a urgência na tramitação da proposta.</p>
<p>De acordo com o deputado, o projeto impede que os novos tributos criados pela Reforma Tributária, como CBS, IBS e Imposto Seletivo, integrem a base de cálculo do ICMS. Na prática, a medida busca evitar a chamada cobrança de imposto sobre imposto, trazendo mais segurança jurídica e previsibilidade para empresas, produtores e consumidores.</p>
<p>O coordenador do G7 Paraná e presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, destacou que a mobilização tem como objetivo ampliar o diálogo com o Legislativo.</p>
<h4>CARÁTER PREVENTIVO</h4>
<p>Fabio Oliveira afirmou que o projeto foi construído em conjunto com entidades representativas do setor produtivo e tem caráter preventivo. Conforme o deputado, a intenção é evitar distorções durante a implementação da Reforma Tributária. E, principalmente, impedir que o Paraná tenha aumento de custos para quem produz, investe e gera empregos.</p>
<p>As entidades também ressaltaram que a proposta não representa perda de arrecadação para o Estado.</p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Estamos buscando impedir o aumento indireto da carga tributária sobre a atividade econômica.</strong></h4>
</blockquote>
<p>Para Helena Sperandio, gerente de Relações Institucionais da Faciap, o cenário ainda é incerto e exige atenção aos impactos da Reforma Tributária sobre o setor produtivo. Já Manoel Jorge dos Santos Neto, representante da Fetranspar, afirmou que a medida é importante para evitar bitributação e preservar a competitividade das empresas paranaenses.</p>
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		<item>
		<title>Acig mobiliza comércio para a grande temporada de inverno</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/acig-mobiliza-comercio-para-a-grande-temporada-de-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 21:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acig]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Inverno Guarapuava vai transformar a cidade entre 1º de julho e 21 de setembro. São mais de 100 eventos que devem movimentar o turismo, a gastronomia e o comércio local. Com a chegada da temporada mais fria do ano, portanto, Guarapuava se prepara para receber moradores e visitantes em uma programação contínua que promete [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Inverno Guarapuava vai transformar a cidade entre 1º de julho e 21 de setembro. São mais de 100 eventos que devem movimentar o turismo, a gastronomia e o comércio local. Com a chegada da temporada mais fria do ano, portanto, Guarapuava se prepara para receber moradores e visitantes em uma programação contínua que promete aumentar o fluxo nas ruas e aquecer a economia.</p>
<p>De acordo com a programação, a abertura oficial da temporada ocorre no dia 1º de julho, na Praça 9 de Dezembro. O evento, conforme programado, vai reunir cervejarias artesanais, vinícolas, food trucks, artistas locais, expositores e representantes do setor turístico.</p>
<p>Para isso, a Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava (Acig) faz um convite direto ao empresariado. Este é o momento de aproveitar a vitrine que a cidade vai se tornar. A entidade reforça que quem se preparar agora terá vantagem na disputa pela atenção dos consumidores durante os dias de programação intensa.</p>
<p>A orientação é simples e estratégica: investir em vitrines temáticas, iluminação especial e ambientações inspiradas no Inverno.</p>
<blockquote>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Pequenas mudanças na fachada e na apresentação da loja podem transformar completamente a percepção do cliente e aumentar o poder de atração do comércio.</strong></h4>
</blockquote>
<p>A Acig destaca que o comércio local tem papel central na experiência do Inverno Guarapuava. Quando as lojas entram no clima da estação, toda a cidade se valoriza, criando um ambiente mais acolhedor, convidativo e competitivo para os negócios.</p>
<h4>QUEM SE ANTECIPA, VENDE MAIS</h4>
<p>O recado é claro: quem se antecipa, vende mais. O Inverno está chegando, e Guarapuava vai estar em evidência. Portanto, cabe a cada empresário decidir se vai apenas assistir ou aproveitar essa oportunidade para crescer.</p>
<p>Para a Acig, este é o momento de o empresariado assumir protagonismo e fazer parte de um projeto que vai além da decoração. Se trata de uma ação coletiva para fortalecer o comércio, estimular o turismo. E dessa forma, conforme a entidade, consolidar Guarapuava como uma das principais referências de Inverno do Paraná.</p>
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		<title>Cesta básica sobe pelo quarto mês seguido em Guarapuava e chega a R$ 787,68</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/cesta-basica-sobe-pelo-quarto-mes-seguido-em-guarapuava-e-chega-a-r-78768/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thiago de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#guarapuava]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[decon]]></category>
		<category><![CDATA[nepe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O custo médio da cesta básica em Guarapuava chegou a R$ 787,68 em maio, alta de 2,49% em relação a abril, quando o conjunto de alimentos custava R$ 768,55. É o quarto mês consecutivo de aumento, conforme levantamento do Núcleo de Estudos e Práticas Econômicas (Nepe), do Departamento de Ciências Econômicas (Decon) da Unicentro. Desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O custo médio da cesta básica em Guarapuava chegou a R$ 787,68 em maio, alta de 2,49% em relação a abril, quando o conjunto de alimentos custava R$ 768,55. É o quarto mês consecutivo de aumento, conforme levantamento do Núcleo de Estudos e Práticas Econômicas (Nepe), do Departamento de Ciências Econômicas (Decon) da Unicentro.</p>
<p>Desde janeiro, quando a cesta custava R$ 718,35, o valor acumulou alta de 9,64%. Quase R$ 70 a mais no carrinho em cinco meses.</p>
<p>Quem recebe um salário mínimo precisa dedicar 48,59% da renda. Ou seja, 106,90 horas de trabalho para pagar apenas a alimentação básica. Em janeiro, esse percentual estava em 44,32%. O reajuste dado no início do ano, de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, já perdeu boa parte do efeito.</p>
<h4>MAIS CARO TOMATE QUASE 50% MAIS CARO</h4>
<p>O destaque negativo de maio foi o tomate, que disparou 46,13% em um único mês. Chuvas intensas, geadas e calor excessivo prejudicaram as lavouras e favoreceram pragas e doenças. O período de transição entre a safra de verão e a colheita de inverno gerou gargalos na oferta e impulsionou a alta. Também subiram:</p>
<p>Batata: +6,41%<br />
Farinha de trigo: +5,21%<br />
Pão francês: +3,75%<br />
Arroz: +2,62%<br />
Óleo de soja: +1,02%</p>
<p>Ao todo, seis dos 13 itens da cesta ficaram mais caros em maio — o que o estudo chama de Índice de Difusão de 46%. As altas foram proporcionalmente maiores do que as quedas, resultando no encarecimento final da cesta.</p>
<h4>QUEDAS NÃO SEGURARAM O AVANÇO</h4>
<p>Alguns produtos aliviaram o bolso, mas sem força para compensar:</p>
<p>Café: −5,07%<br />
Açúcar: −4,82%<br />
Banana: −4,22%<br />
Feijão: −4,12%<br />
Manteiga: −3,25%</p>
<p>No caso do café, depois de preços elevados em 2025, o produto vem registrando pequenas reduções mês a mês em 2026, por conta de maior oferta e queda na demanda.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-333295 aligncenter" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/06/variacao-mensal.jpg" alt="" width="1024" height="727" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/06/variacao-mensal.jpg 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/06/variacao-mensal-768x545.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h4>IMPACTO MAIOR EM QUEM GANHA MENOS</h4>
<p>Para trabalhadores com renda de até três salários mínimos, a cesta compromete em média quase 30% do salário, chegando a 48,59% para quem recebe o piso nacional. Para cobrir alimentação e outras despesas essenciais — moradia, transporte, saúde e educação —, o salário mínimo necessário em Guarapuava foi estimado em R$ 5.592,37.</p>
<p>A variação de preços também depende de onde se compra. Em maio, o valor total da cesta oscilou entre R$ 423,80 nos estabelecimentos com produtos de menor preço e R$ 1.135,26 nos mais caros, com média de R$ 787,68. O Nepe destaca a pesquisa de preços como estratégia para reduzir o impacto no orçamento.</p>
<h4>GUARAPUAVA ENTRE AS MAIS CARAS DO PAÍS</h4>
<p>Se comparada a capitais pesquisadas pelo Dieese, Guarapuava ocuparia a 13ª posição entre as cidades com cesta mais cara do país em maio, com R$ 787,68. Acima de Palmas (R$ 767,16), Belém (R$ 755,24) e de todas as capitais do Norte e Nordeste. À frente estão São Paulo (R$ 952,20), Cuiabá (R$ 925,49) e Rio de Janeiro (R$ 914,48).</p>
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		<title>Rede hoteleira de Guarapuava cria frente empresarial para fortalecer turismo</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/rede-hoteleira-de-guarapuava-cria-frente-empresarial-para-fortalecer-turismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guarapuava; FEHBRAG; Rede Hoteleira; Turismo Regional; Hotelaria; Desenvolvimento Econômico; Hotéis; Bares e Restaurantes; Hospitalidade; Mapa Turístico; Colônia Vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rede hoteleira de Guarapuava começa a se organizar de forma coletiva. Para isso surge a Frente Empresarial de Hotéis, Bares e Restaurantes de Guarapuava, a FEHBRAG. O movimento reúne empresários e empresárias do setor para construir uma agenda comum. A intenção é fortalecer a representatividade da hotelaria e ampliar o papel do turismo como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede hoteleira de Guarapuava começa a se organizar de forma coletiva. Para isso surge a Frente Empresarial de Hotéis, Bares e Restaurantes de Guarapuava, a FEHBRAG. O movimento reúne empresários e empresárias do setor para construir uma agenda comum. A intenção é fortalecer a representatividade da hotelaria e ampliar o papel do turismo como vetor de desenvolvimento econômico regional.</p>
<p>O primeiro encontro da frente reuniu representantes da rede de hotéis de Guarapuava e da Colônia Vitória, conforme a assessoria da entidade. A reunião marcou o início de uma articulação voltada à identificação de demandas, à integração entre os empreendimentos e à criação de ações conjuntas para melhorar a divulgação da cidade. Além de aumentar o fluxo de visitantes e movimentar setores como gastronomia, comércio, eventos, transporte e serviços.</p>
<p>Entre as iniciativas apresentadas está o Projeto Mapa Turístico de Guarapuava, que pretende reunir atrativos, hotéis, bares, restaurantes e serviços em materiais impresso e digital. A proposta é organizar melhor a oferta turística do município, dar mais visibilidade aos negócios locais e facilitar a experiência de quem visita Guarapuava. Conforme o projeto, as demandas levantadas pelos empresários serão usadas como base para novos projetos e articulações em favor da cadeia da hospitalidade.</p>
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