ALEP aprova mais um projeto da deputada Cristina Silvestri

Proposta estimula uso da bicicleta e dá garantias reais de propriedade do bem

(Foto: Ascom)

A deputada estadual Cristina Silvestri (PPS) teve mais um Projeto de Lei de sua autoria aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Agora, trata-se do PL que torna obrigatório o número de série das bicicletas em nota fiscal. Este é o sexto projeto criado pela parlamentar guarapuavana, dos quais cinco já foram sancionados e transformados em lei pelo Governo do Estado. A aprovação ocorreu na segunda feira (19).

Para a criação do projeto, Cristina Silvestri levou em conta a importância da bicicleta como meio de transporte no Brasil, seja para trabalho, lazer ou esporte, e a fragilidade do atual sistema, que não permite segurança na aquisição do bem por parte dos proprietários, principalmente para comprovação de propriedade em casos de furto.

O Projeto de Lei n 547/2017 prevê registro similar ao chassi de um veículo: a numeração que consta na barra da bicicleta deverá ser, obrigatoriamente, anotada na nota fiscal, como comprovante formal de propriedade do produto.

GARANTIA DO BEM

Segundo Cristina, o objetivo da proposta é tranquilizar o consumidor e agilizar o trabalho da polícia que, ao efetuar busca e apreensão do bem, enfrenta dificuldades em restitui-lo aos seus proprietários, pelo fato de não existir documento que comprove sua aquisição.

“Sem dizer que é um direito do consumidor o acesso a informações claras e detalhadas dos produtos adquiridos. O número de série da bicicleta é único e funciona como uma forma de individualizar o bem”, complementa Cristina Silvestri.

Por se tratar de uma bicicleta, a proposta parece simples. A situação ganha outra dimensão ao se considerar que milhares de pessoas utilizam o equipamento como único meio de transporte e também que há modelos de alto valor.

“É um transporte ecológico, não poluente, faz bem para a saúde das pessoas de todas as idades, e é visto como alternativa para o trânsito das cidades”, acrescentou a deputada. “Sem contar que é um direito de todos ter garantias reais sobre a propriedade do seu produto”, observou.

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