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Equipe já soma conquistas e clama por um ginásio de esportes para treinar.

Basquete de Guarapuava ressurge às custas dos próprios atletas

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

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Uma modalidade esportiva que já levantou a torcida guarapuavana e que estava esquecida ressurge pela vontade dos atletas e já acumula conquistas. Terceiro lugar na Taça Paraná disputada há cerca de uma semana e com vaga garantida para o Sul-Brasileiro de Basquetebol, a equipe traz para Guarapuava também a medalha de cestinha da competição com o desempenho que ficou do atleta Rubens Unger ( Rubão).

Fora das quadras há seis anos, o basquete guarapuavano emprestou atletas a outros municípios. Mas neste ano a modalidade volta com tudo pelo empenhos dos próprios atletas. De acordo com Rubão, a Taça Paraná foi disputada entre nove equipes. “Já trouxemos alguns orgulhos para cidade, sendo dois títulos da Liga Sudoeste e o terceiro lugar Torneio da Taça Paraná que contava com 9 fortes equipes e de tradição no basquete estadual”, diz.


Agora a equipe tem um novo desafio que é buscar incentivo, novos patrocinadores e somar alguns reforços. “Hoje temos como grande patrocinador a vontade e a garra”, observa Rubão. De acordo com o “cestinha” a equipe tem sua vida repleta de afazeres, trabalhando o dia todo e o único tempo livre para o descanso diário se reúne para treinar, iniciando o treinamento das às 22h30 até às 00h00, três a quatro vezes por semana. A equipe conta com o auxilio de uma empresa e de uma academia, que deram suporte para confecção dos uniformes. O transporte e taxa da Federação ficou por conta da prefeitura, no entanto, a alimentação é subsidiada pelos próprios atletas.

Para os atletas a esperança agora é terem um bom ginásio para treinar ou até mesmo voltarem a treinar no Ginásio Joaquim Prestes considerado por eles como o “berço do basquete guarapuavano”.

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