Eternos namorados não abrem mão do romantismo

Antigamente, o amor era eterno. Depois, vieram as relações abertas e o divórcio. Nos últimos 50 anos, muita coisa mudou na vida dos casais. A paquera e o namoro acompanharam os sonhos e os valores de cada geração. Hoje, os jovens simplesmente “ficam”, não se escreve mais carta, manda-se um e-mail, ou um torpedo. Mas tem coisas que nunca mudam como demonstrar o carinho um pelo outro.
Mesmo assim, muitos dizem que o romantismo é coisa de namorados, tudo muda com o casamento. No período de namoro é fácil colocar o romantismo em prática. Presentes pra lá e pra cá, elogios, bilhetinhos, palavras de incentivo, demonstrações de carinho e afeto. No entanto, depois de casados, muitos casais parecem desaprender as diversas linguagens do amor. Começam as cobranças, as trocas de ofensas, as irritações constantes por causa de pouca coisa. O romantismo cede espaço para o desgaste do relacionamento.
Mas existem casais que não abrem mão do romantismo, mesmo depois de anos de casamento, se dizem eternos namorados e festejam a data com tudo o que tem direito.
Marcos Antonio Soluchak e a esposa Margarete (foto) namoraram durante dois anos e meio e se casaram em 1993. E lá se vão 15 anos de matrimônio. O casal nunca deixou de celebrar o dia dos namorados. “O Dia dos Namorados é uma data especial para qualquer casal, é um dia para sair da rotina e trocar gentilezas”, disse Margarete.
Para Marcos é fundamental não deixar a relação cair na rotina. “Com o tempo, vem a rotina do trabalho, da família, o casal não deve esquecer o romantismo e namorar de vez em quando”, conta. Para ele o romantismo é um dos pilares de sustentação do casamento. O casal disse ainda que um bom casamento deve ser baseado em respeito ao próximo e muito companheirismo. “O Dia dos Namorados é perfeito para relembrar os bons momentos vividos e compartilhados”.
Além da troca de presentes, o casal afirma que o importante é manter o carinho um com o outro e expressar os sentimentos. “O diálogo não pode faltar nunca”, disse Marcos. E finaliza: “O romantismo não é privilégio restrito aos casais mais jovens, o coração jamais envelhece”.
Nesta sexta-feira, dia 12 de junho, se comemora o Dia dos Namorados. Uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes. E você, há quanto tempo você não diz “Eu te amo” para o seu cônjuge?
Talvez, nos últimos anos, você tenha se dedicado mais a outras coisas como trabalho, amizades, jogar bola, sair sempre sozinho e, principalmente, subtraindo o tempo que você teria para dialogar com seu cônjuge pelas infinitas horas em frente à TV. Um bom diálogo também faz parte do romantismo. Não deixe esse dia passar em branco.
Fonte:Fatos do Iguaçu
História
O Dia dos Namorados está relacionado com a história do Dia de São Valentim. Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera de 13 de junho, Dia de Santo Antonio, o santo casamenteiro.

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