Grupo de Trabalho de Segurança Pública LGBTQ+ retoma atividades

O grupo também tem o objetivo de articular, junto ao poder público estadual e entidades de defesa de direitos da população LGBTQ+

Outro tema foi o desenvolvimento de uma cartilha de orientação para atendimento (Foto: Reprodução/Pixabay)

Após uma pausa de dois anos, o Grupo de Trabalho de Segurança Pública no âmbito da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTQ+) está retornando as atividades. No último domingo (28), foi comemorado o Dia do Orgulho LGBTQ+ e a retomada do trabalho chega como apoio. Nesta semana, o serviço retornou em um encontro, feito por encontro em videoconferência.

Assim, o grupos é composto por todas as instituições da Secretaria da Segurança Pública do Paraná, a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, OAB Paraná, Grupo Dignidade e Transgrupo Marcela Prado. No encerramento de junho a reunião por videoconferência discutiu a reestruturação do Núcleo de Proteção a Vulneráveis.

De acordo com o delegado Claudio Marques Rolin e Silva, a ideia é combater o preconceito. “Com isso, termos a noção de respeito às pessoas diferentes, sempre na ideia de que o amor nunca falha. Toda pessoa que precisa de ajuda da polícia judiciária, tem o caso levado com muita seriedade até a resolução”.

TEMAS EM DEBATE

Além disso, outro tema debatido na reunião foi o desenvolvimento de uma cartilha de orientação para atendimento e também a correta tipificação do delito de homofobia de acordo com a recente decisão do STF. Conforme o delegado Marques, a intenção é dar continuidade aos trabalhos e às missões. “O público LGBTQ+ tem alguns pedidos, que são muito coerentes e que vamos fazer o possível para atender”.

O QUE É

O grupo foi criado em 2015, por meio da Secretaria da Segurança Pública, mas em 2017 teve uma parada nos trabalhos. Em junho deste ano, mês em que se comemora o Orgulho LGBTI, a atuação foi retomada. O objetivo é subsidiar a elaboração de políticas públicas voltadas a este público.

Desse modo, o grupo também tem o objetivo de articular, junto ao poder público estadual e entidades de defesa de direitos da população LGBTQ+, a adoção de mecanismos de capacitação das unidades policiais e prisionais quanto ao atendimento de ocorrências relacionadas a crimes de ódio e delitos de intolerância.

De acordo com o coordenador do Núcleo, delegado Claudio Marques Rolin e Silva, a ideia é combater o preconceito, termos a noção de respeito às pessoas diferentes, sempre na ideia de que o amor nunca falha . “Toda pessoa que precisar de ajuda da polícia judiciária, tem o caso levado com muita seriedade até a resolução”.

Compete também ao grupo fomentar a cooperação de órgãos e entidades, no âmbito do poder público estadual, com vista ao reconhecimento e respeito à população LGBT.

Leia outras notícias no Portal RSN.

Relacionadas

CHOCANTE

Câmera de segurança mostra atropelamento de menino em Guarapuava

FGTS NA CONTA

Caixa credita saque emergencial do FGTS para nascidos em julho

SOL E CHUVA

Frente fria que se aproxima, muda o tempo a partir de quarta (12)

Comentários