Guarapuava prorroga campanha de vacinação contra o sarampo

Das 28 mil pessoas que estão no grupo que precisa receber dose extra da vacina, apenas pouco mais de 2 mil foram imunizadas no município

Prefeitura de Guarapuava prorroga a campanha de vacinação contra o sarampo (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A Secretaria de Saúde decidiu prorrogar a campanha de vacinação contra o sarampo em Guarapuava. A continuidade de oferta da vacina considerou o alto número de pessoas que ainda não foram imunizadas contra a doença. Em Guarapuava, mais de 28 mil pessoas estão no grupo que precisa receber dose extra da vacina e pouco mais de 2 mil foram imunizadas. Até o momento, três casos seguem em investigação, mas nenhuma confirmação foi registrada.  

Este ano, a campanha focou na vacinação de pessoas de 20 a 29 anos, que devem ser imunizadas independente do histórico vacinal, pois precisam receber uma dose extra da vacina. De acordo com a enfermeira-chefe da Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Guarapuava, Chayane Andrade, “este público teve uma baixa adesão até o momento no município. As pessoas precisam criar uma consciência da importância da vacinação”.

Assim, a campanha continuará no prédio do Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cisgap) e em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), exceto Feroz e nas Unidades de Pronto Atendimento. Por fim, no Paraná, 43 cidades registraram pacientes com sarampo desde o primeiro caso confirmado em agosto de 2019.

Sintomas 

O Sarampo ficou cerca de 20 anos sem ser detectado no Brasil, mas em agosto do 2019 ele voltou com força. Ela uma doença infecciosa grave, causada por um vírus, que pode ser fatal. Sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. A única maneira de evitar o sarampo é pela vacina. Os sintomas são:

  • febre acompanhada de tosse;
  • irritação nos olhos;
  • nariz escorrendo ou entupido;
  • mal-estar intenso.

No SUS, as vacinas são gratuitas, seguras e estão disponíveis nas mais de 36 mil salas de vacinação em postos de saúde em todo o Brasil. A enfermeira-chefe da Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Guarapuava, Chayane Andrade frisa que “sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida ou causar o óbito. A vacina é a única maneira de evitar que isso aconteça”.

Não existe tratamento específico para o sarampo. Os medicamentos são utilizados para reduzir o desconforto ocasionado pelos sintomas da doença (Foto: Ilustração/Ministério da Saúde)

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