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Apenas os honorários advocatícios foram parcelados

Herdeiros pagam dívida e estádio do Batel não vai a leilão

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Herdeiros do Grupo Gelinski impediram que o “Estádio do Batel” fosse leiloado (Valdomiro Gelinski). O leilão estava marcado para acontecer às 14 horas desta terça-feira, dia 6, na 2ª. Vara Cível, em Guarapuava. Minutos antes de iniciar o evento o leiloeiro oficial Magno Machado foi comunicado oficialmente da retirada do lote do leilão.


De acordo com informações extra-oficiais dadas à RSN por meio de uma ligação telefônica, os irmãos Osmar e Joel Gelinski quitaram a dívida de R$ 86.074,07 oriunda de uma execução fiscal com a Fazenda Pública do Estado do Paraná.

Segundo o Procurador Geral de Guarapuava, Elpidio Rodrigues Garcia Junior, o imposto e as custas processuais oriundas dos débitos de cartório foram pagas à vista e os honorários advocatícias que representam 10% do total da dívida foram parcelados.

Em fevereiro deste ano o presidente da Associação Atlética Batel, Alfredo Gelinski, que responde também pela presidência do grupo Gelinski, Alfredo Gelinski, assegurou à RSN que o estádio não seria leiloado.

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