Lives comemoram 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente

O objetivo é fortalecer a reflexão sobre a importância das políticas públicas de atendimento aos direitos fundamentais da criança e do adolescente

Lives serão entre os dias 13 e 30 de julho (Imagem: AENPr)

Em comemoração aos 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, por meio do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), promove, de 13 a 31 de julho, 15 lives sobre políticas públicas e os principais direitos garantidos pelo estatuto. As transmissões ao vivo serão de segunda a sexta, das 10h às 12h no canal do Youtube da Sejuf.

Desse modo, o objetivo da iniciativa é fortalecer a reflexão sobre a importância das políticas públicas de atendimento aos direitos fundamentais da criança e do adolescente. Além disso, estimular a participação da sociedade na defesa destes direitos. As lives são dirigidas especialmente a profissionais da educação, saúde. Além de assistência social, socioeducação, segurança pública, justiça, conselheiros tutelares. E por fim, conselheiros de direitos, mas podem ser acompanhadas por todos que tenham interesse no assunto.

Segundo o secretário da Justiça, Família e Trabalho do Paraná, Mauro Rockenbach, o Estatuto da Criança e do Adolescente transformou a vida de meninas e meninos, principalmente dos mais vulneráveis.”Aqui no Paraná, a orientação do Governo do Estado é fortalecer as ações voltadas às políticas públicas nas áreas de proteção à infância e adolescência e assim garantir o direito ao amparo integral”.

PROGRAMAÇÃO

Assim, durante as três semanas serão abordados os principais direitos das crianças e adolescentes – o direito à vida e a saúde, à liberdade. E ainda, respeito e dignidade, à convivência familiar e comunitária, à educação, cultura e esporte, e o direito à profissionalização.

A presidente do Cedca, Ângela Mendonça, explicou que o Eca mudou a concepção da política de assistência e proteção de crianças e adolescentes no Brasil. “Fazer essas lives em alusão ao estatuto é colocar os direitos da infância no papel de destaque que ele deve ter”.

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