Pitanga é um dos alvos de investigações do MP sobre ‘cartel’ em licitações

Grupo familiar e empresas aliadas atuam em várias Regiões do estado. De acordo com as investigações do MP o golpe já soma R$ 4 milhões

Pitanga é um dos alvos de investigações do MP sobre ‘cartel’ de empresas em licitações  (Foto: Divulgação)

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), investiga uma espécie de cartel envolvendo empresas de um mesmo grupo familiar e aliadas. Assim, a ‘Operação Networking’ que continua nesta quinta (15) cumpre ao todo 29 mandados de busca e apreensão em municípios do estado. Pitanga figura na lista das investigações do Ministério Público do Paraná.

De acordo com o MP, as investigações estão sendo conduzidas pelo Gaeco (Cascavel) e pelo Gepatria (Umuarama) e tratam de fraudes em licitações. Além disso, após tomarem conhecimento das investigações, o grupo familiar envolvido passou a substituir documentos em procedimentos licitatórios já finalizados. E feitos pelos órgãos públicos alvos das buscas desta quinta.

Conforme o MP, os contratos investigados referem-se à contratação pelas administrações municipais, de empresas para prestação de serviços de apoio técnico. Assim como para o fornecimento de ‘software’ de gestão, portal da transparência e soluções tecnológicas de segurança de rede. E somam mais de R$ 4 milhões.

Os mandados desta quinta (15) envolvem a Câmara de Vereadores de São Carlos do Ivaí. Assim como as prefeituras de Cidade Gaúcha, Francisco Alves, Tuneiras do Oeste, Jussara, Icaraíma. Além de Nova Londrina, Porto Rico, Nova Aliança do Ivaí. Além de Farol e Iporã.

OUTROS ALVOS

A Operação Networking também investiga contratos firmados pelas administrações municipais de Abatiá, Assaí, Brasilândia do Sul, Cafezal do Sul, Douradina, Alto Piquiri, Maria Helena e Itaúna do Sul. Além de Umuarama, Pérola, Perobal, Cruzeiro do Oeste, Loanda, Barracão e Pitanga.

Ao todo, nessa quarta (14) houve o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão na primeira fase da Operação Networking. Os alvos foram residências de pessoas investigadas e sedes de empresas, já que os contratos dessas prefeituras não são objeto de investigação. Todas as medidas foram deferidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Umuarama.

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