Ratinho Júnior lembra que em fevereiro já tinha pedido suspensão de contratos

Lava Jato expôs casos de corrupção ligados aos procedimentos de concessão de rodovias no Paraná

O desdobramento da Operação Lava Jato nesta quarta feira (26), no Paraná,  deflagrada para investigar suspeitas de superfaturamento em obras e repasses a empresas de fachada nas concessões do pedágio do Paraná provocou o pedido para que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) encaminhe pedido à justiça para que a cobrança do pedágio seja suspensa em todo o Anel de Integração.

Porém, a coordenação de campanha do também candidato Ratinho Júnior reagiu à iniciativa da governadora e lembrou que em fevereiro deste ano apresentou requerimento ao Governo do Estado pedindo a extinção do contrato com a Econorte e nulidade dos aumentos sucessivos na tarifa. Ratinho Júnior enviou ainda questionamentos para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e para a Agência Reguladora do Paraná. (Agepar). Segundo sua assessoria, os pedidos de Ratinho Júnior foram realizados logo após a 48º fase da Operação Lava Jato.
Para o TCE Ratinho Júnior enviou um pedido de auditoria nos contratos e aditivos, e atualização das planilhas de obras e preços de tarifas da Econorte. Para a Agepar, agência que fiscaliza as concessões públicas no Estado, foi solicitado análise técnica das planilhas de obras e de evolução de preço das tarifas.

À época, Ratinho Júnior destacou no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná que “os questionamentos já vem sendo feitos há muito tempo mas agora, com a ação da Polícia Federal e o processo na Justiça, essas demandas ganham o respaldo que a população precisava”.
A “Operação Integração 2”, 55ª fase da Lava Jato, que investiga o pedágio no Paraná, deflagrada nesta quarta (26), expôs casos de corrupção ligados aos procedimentos de concessão de rodovias no Paraná que fazem parte do Anel de Integração, além de intermediadores e agentes públicos supostamente corrompidos e beneficiários de propina, segundo a investigação.

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