Resultado da apelação de Carli Filho fica para 13 de dezembro

Julgamento foi adiado pela segunda consecutiva vez no TJ-PR

(Foto: Reprodução/YouTube)

O julgamento do recurso de apelação do guarapuavano e ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho foi adiado pela segunda semana consecutiva, agora, a pedido dos auxiliares de acusação. O julgamento deveria ter ocorrido inicialmente no dia 29 de novembro, mas foi adiado a pedido da defesa de Carli Filho.

O segundo pedido de adiamento, agora, foi sustentado no julgamento de outro caso marcado previamente pelos auxiliares de acusação no Distrito Federal, assim, a nova data para a avaliação da apelação de Carli Filho foi postergada para o dia 13 de dezembro no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

O PEDIDO

Os desembargadores do TJ-PR irão analisar se o cálculo da pena a ser cumprida por Carli Filho foi adequado. Em fevereiro, no júri popular em que foi condenado, Carli Filho foi sentenciado a 9 anos e 4 meses de prisão pelo juiz Daniel Ribeiro Surdi de Avelar.

A defesa do guarapuavano pede que a pena seja reduzida para 7 anos, enquanto o Ministério Público de primeira instância pediu que o período seja maior, de 14 anos. Já o MP de segunda instância, por sua vez, sugeriu que a punição seja de 10 anos e 11 meses.

Se os desembargadores acatarem o pedido da defesa de Carli Filho, o ex-deputado estadual terá direito a cumprir toda a pena em regime semiaberto. Como este sistema está passando por reformulação no Paraná, há grandes chances de Carli Filho utilizar apenas tornozeleira eletrônica, sem necessidade de permanecer na prisão.

O CRIME

O guarapuavano é julgado por um acidente de trânsito que ocorreu em maio de 2009, vitimando duas pessoas, Carlos Murilo de Almeida e Gilmar Rafael Yared. Carli dirigia em alta velocidade e colidiu contra o carro dos jovens, que morreram na hora.

Depois de uma série de adiamentos e outras estratégias para protelar o julgamento, o caso foi a júri popular no final de fevereiro de 2018. Carli Filho foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão.

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