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Surg recupera pontos críticos da estrada do Guairacá em Guarapuava
Surg está executando a obra como paliativo, já que a fragilidade da pavimentação feita pelo Estado, exige que seja refeita e o custo é alto
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
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[caption id="attachment_278664" align="aligncenter"]estrada guairacá Surg recupera pontos críticos (Fotos: Halmut Brandtner)[/caption]
Há cerca de 30 dias, equipes da Companhia de Serviços de Urbanização de Guarapuava (Surg) trabalham na restauração da estrada do Guairacá. De acordo com o diretor-presidente da Surg, Halmut Brandtner, a execução do serviço ocorre em pontos críticos da rodovia.
"Estamos retirando o asfalto podre, colocando rachão na base". Conforme disse Halmut no contato com o Portal RSN, a pavimentação feita anteriormente pelo Governo do Estado é frágil. "Foi feito o asfalto direto na terra, sem base. Não seria próprio nem para uma ciclovia".
[caption id="attachment_278667" align="aligncenter"]estradaw3 Mostragem do serviço feito pelo Estado ((Fotos: Halmut Brandtener)[/caption]
No entanto, essa rodovia é acesso para a retirada de madeira das áreas de reflorestamento. Portanto, o fluxo de caminhões pesados é diário. Além disso, o distrito é composto na maioria, por agricultores familiares que dependem da estrada.
Caminho de acesso para um dos principais pontos turísticos de Guarapuava, o Salto São Francisco, a situação precária da rodovia é alvo deaudiência pública e manifestações populares. "O que o prefeito prometeu está sendo cumprido".
[caption id="attachment_278665" align="aligncenter"]estrada1 Deterioração da pavimentação ((Fotos: Halmut Brandtner)[/caption]
CUSTO ALTO
Com 40 quilômetros de pavimentação o custo para refazer a pavimentação com a qualidade necessária é alto. Ultrapassa R$ 40 milhões. "A Prefeitura não tem como bancar esse custo". De acordo com Halmut, a estrada é municipal, mas como o Estado pavimentou o trecho no então Governo Lerner, e fez mal feito, a Prefeitura não recebeu a obra.
A condição proposta pelo Município já era de que o Estado se responsabilizasse pela manutenção, o que não ocorreu. Conforme a Surg, caso o tempo permita, a obra de restauração fica pronta nos próximos 30 dias.
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