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Transporte escolar feito nas coxas em Prudentópolis

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Lamentável. Talvez essa melhor palavra que expresse meu sentimento com o fato ocorrido em Tijuco Preto, localidade do interior de Prudentópolis, ontem (25), e envolveu uma estudante de apenas 7 anos. Ela caiu de um veículo Kombi e ainda foi atropelada pelo mesmo carro. Apesar do "abafa", o caso se tornou público.

Nos últimos anos o transporte escolar em Prudentópolis vem sendo feito "nas coxas". E quem duvida, puxe as ações judiciais que correm contra o setor, administrado pela Prefeitura.

Quantas pessoas terão que ficar sem aulas ou se ferir ou até mesmo morrer para que os administradores parem de brincar e trabalhem pelas melhorias que o povo tanto espera? É uma questão administrativa. É uma questão de querer resolver efetivamente. Lógico que a Justiça nunca vai chegar aos verdadeiros donos e aos esquemas que envolvem a estrutura do transporte escolar, pois é muito bem blindado.

Senhores administradores e senhores legisladores, vamos pôr a mão na consciência e exercer o papel de homens públicos. Ainda está em tempo de os setores essenciais de Prudentópolis se voltarem ao atendimento efetivo e prático da população. Chega de brincar. Chega de fazer de conta.

Se não têm competência, joguem o chapéu. Mas chega de iludir, de tapar o sol com a peneira.

Ou faz bem feito, ou não faz.

Aos administradores e legisladores meu lamento. Á família da menina J.O. meu sentimento e minha força, para que ela se restabelece o mais breve possível.

E o povo? Bom, o povo...

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