22/08/2023
Cotidiano Região

Turvo entrega 9 toneladas de alimentos a comunidades indígenas

Ação contemplou 189 cestas básicas destinadas às comunidades Kaingang e Guarani e integra o trabalho de assistência às famílias atingidas por temporais

Alimentos entregues às aldeias imdígenas de Turvo (Foto: Ascom/Prefeitura de Turvo)

A Prefeitura de Turvo ampliou as ações de assistência às famílias indígenas atingidas pelos fortes temporais e pela queda de granizo registrados no município no fim de junho. De acordo com a administração municipal, 189 cestas básicas foram entregues às comunidades indígenas. O total somou aproximadamente nove toneladas de alimentos.

A distribuição feita pela Secretaria Municipal de Família e Desenvolvimento Social, teve com mantimentos viabilizados em conjunto com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A Aldeia Marrecas, da comunidade Kaingang, recebeu 162 cestas básicas, enquanto a comunidade Guarani, outras 27 unidades.

A medida busca garantir segurança alimentar às famílias que ainda enfrentam os efeitos do temporal de 29 de junho. Trata-se de episódio que provocou danos em residências e exigiu uma mobilização emergencial do poder público.

De acordo com a Prefeitura, a entrega de alimentos integra uma força-tarefa iniciada logo após o desastre. Ação que envolveu a Defesa Civil Municipal e equipes da assistência social. O trabalho começou com o levantamento dos prejuízos e a distribuição de lonas ainda durante a madrugada do temporal e avançou. Posteriormente, medidas de reconstrução e apoio material às famílias.

ATENDIMENTO EMERGENCIAL

Nos últimos dois meses, o município forneceu telhas para residências danificadas, distribui mais de 200 colchões e 100 kits dormitório. Cada kit contou com cobertores, travesseiros e lençóis. Também houve repasse de donativos obtidos em articulação com órgãos estaduais e federais.

A dimensão da operação mostra que os impactos do temporal não ficaram restritos aos primeiros dias após a ocorrência. Para famílias que perderam alimentos, tiveram  casas danificadas ou precisaram reorganizar completamente a rotina, a recuperação pode se prolongar por semanas ou meses.

No caso das comunidades indígenas, a continuidade da assistência torna-se especialmente relevante. Isso diante da necessidade de garantir condições mínimas de alimentação e moradia durante o processo de reconstrução.

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Cristina Esteche

Jornalista

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