Lex Kozlik, o caçador de memórias

Ele sempre foi um apaixonado pela fotografia, vibe que descobriu durante o curso de graduação em Publicidade e Propaganda, na Faculdade Campo Real. E foi essa paixão que o levou à especialização em Fotografia e Imagem em Movimento, na Universidade Positivo, em Curitiba. Começava então uma carreira profissional em projetos fotográficos e de retratos que se espalham por livros, revistas, álbuns de família, quadros e redes sociais, num passeio entre editoriais de moda, fotos publicitárias na área de gastronomia, imagens de festas, de ambientes, entre tantos outros registros.

Um dos editorais com foto assinada pelo guarapuavano

Desde que saiu do bairro Batel, onde residia com seus pais, Lex Kozlik, foi seduzido pelas oportunidades que a capital paranaense, Curitiba, lhe proporciona. Foi assim que o guarapuavano se tornou um caçador de memórias. “A foto se revelou desde o curso de graduação e os caminhos foram convergindo. Quando vi estava nesse meio e não tem mais como sair”.

Em busca da tradução da alma do modelo que está à sua frente, Lex Kozlik foi atraído pela psicologia, novo curso de especialização que está fazendo agora. Aliás, é inspirado na beleza e nos conceitos da Psicologia Analítica de imagens e símbolos, que o fotógrafo e publicitário se dedica a fotografia como expressão artística e de preservação da memória. Para ele, a vida é a história em aberto, repleta de lembranças que resistem ao tempo e ganham cada vez mais significado. “A fotografia é uma delas; é memória de vida, uma herança de grande valor”.

Memórias

E foi experimentando uma imersão nesse universo que Lex Kozlik conheceu a psicóloga Sonia Lyra, diretora do Ichthys Instituto de Psicologia Analítica, onde ele faz a nova pós graduação. “Eu quero entender a alma humana para poder explorar isso nas fotografias. É uma relação com o inconsciente e é nas fotos que as pessoas entregam a verdadeira alma delas. Essa é a matéria prima”.

Nesse sentido, o guarapuavano trabalha também em projetos de livros. “É um projeto muito aberto, orgânico. E estou coletando material para um livro sobre a Sonia Lyra. Era um projeto para seis meses, mas quando a conheci verdadeiramente, vi que seria um trabalho para anos”.

Lex Kozlik também atua na comunicação de Sonia Lyra.

 

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