Jennifer Lawrence e Chris Pratt, galã do momento, estrelam ‘Passageiros’

Jonas Laskouski 

Guarapuava – São poucas as críticas positivas da estreia da semana, Passageiros. A mais positiva foi feita pelo Thales de Menezes, da Folha de S. Paulo. Infelizmente, por direitos de copyright, não será possível a reprodução da mesma por aqui. Mas vamos pinçar alguns pontos que lemos por lá. Com a talentosa Jennifer Lawrence e Chriss Pratt, galãs do momento nos Estados Unidos, o longa de ficção científica se utiliza de um ingrediente tradicional do gênero: a criatura se voltando contra o criador. No caso, a máquina construída para fazer o bem ao homem, faz o contrário.

Passageiros conta a história de Jim Preston (Chris Pratt), um engenheiro mecânico que, junto de outras 5 mil pessoas, está a bordo de uma nave que viaja da Terra a outro planeta. Entre eles, também está Aurora Lane, jornalista e escritora. O problema, porém, é que todos os passageiros deveriam hibernar em suas cápsulas durante grande parte do trajeto, que dura 120 anos. Por uma falha mecânica, isso não acontece e os dois personagens são acordados antes.

Conduzida por Morten Tyldum, norueguês que vem de O Jogo Da Imitação, de 2014, a história segue a linha já previsível de ficção científica, mas ainda assim o enredo consegue ser criativo. Como se uma ilha deserta fosse transportada para o espaço, quase um Adão e Eva espacial. Os efeitos especiais também merecem ser elogiados.

Grande diferencial é que o filme tem apenas quatro atores no total e em nenhum momento o “vazio” é perceptível. Além dos dois principais, Michael Sheen dá vida a um robô bastante simpático chamado Arthur. O elenco fica completo com Laurence Fishburne, intérprete de Gus Mancuso, responsável pela nave que os transporta.

Fico com as palavras de Thales, na conclusão de sua crítica para a Folha: Passageiros não foge do arcabouço da ficção científica, mas vai além ao discutir a finitude do homem. Diverte e faz pensar.

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