Alunos da Unila e da Unioeste atuam nas barreiras sanitárias de Foz

São 30 alunos de medicina (Unila) e de enfermagem (Unioste) atuando de forma voluntária nas barreiras sanitárias em Foz do Iguaçu

Alunos da Unila e da Unioeste atuam nas barreiras sanitárias de Foz (Foto: Divulgação)

Estudantes de Medicina da Unila e de Enfermagem da Unioeste atuam nas três barreiras sanitárias nos acessos a Foz do Iguaçu. Ao todo, são 30 alunos atuando nas barreiras de forma voluntária. Assim, os alunos ficam diariamente nas aduanas da Ponte Internacional da Amizade e da Ponte Tancredo Neves. Além do Posto de Fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-277.

Nesses locais, eles fazem o rastreamento dos viajantes com febre ou sintomas respiratórios. Também dão orientações sobre como evitar o contágio da doença. Conforme a Unila, a ação é uma parceria com a Unioeste, Secretaria Municipal de Saúde, Vigilância Sanitária, PRF, Exército e Defesa Civil.

De acordo com o estudante de Medicina Lucas Andrick, a barreira tem o objetivo de evitar a importação descontrolada de casos de Covid-19. “A partir da avaliação feita pela barreira, o viajante pode ser orientado a comparecer à triagem do Hospital Municipal para melhor avaliação e possível coleta do exame. Ou ainda pode ser orientado a permanecer em isolamento domiciliar por 14 dias, até a melhora dos sintomas”.

ARGENTINA E PARAGUAI

Nas aduanas da Argentina e do Paraguai, os alunos atendem principalmente caminhoneiros e cidadãos brasileiros que retornam dos países vizinhos. Carros de passeio internacionais ainda estão impedidos de entrar no Brasil, por determinação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Já no posto da PRF, além dos caminhoneiros, são avaliados passageiros e motoristas de todas as vans e ônibus que chegam a Foz do Iguaçu pela BR-277. Carros com placas de outros países também são parados para que os integrantes passem por avaliação.
“O objetivo é impedir que pessoas que vieram de regiões onde há uma maior circulação do vírus disseminem a doença em Foz do Iguaçu”. Segundo o aluno Lucas Bramante, ao orientar os casos suspeitos para a testagem e o isolamento, toda uma nova cadeia de transmissão é impedida de se formar.
O trabalho nas barreiras sanitárias é feito todos os dias da semana, incluindo feriados e fins de semana, das 7h às 19h.
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