Cartilha orienta como melhorar segurança no trabalho remoto

Publicação lançada pela Controladoria-Geral do Estado trata da segurança de dados e informações passados em meios eletrônicos

Dicas da cartilha podem ser usadas pelas empresas privadas (Foto: AENPr)

O trabalho remoto, ou teletrabalho, exige atenção especial quanto à segurança de dados e informações passados em meios eletrônicos. Atualmente, perto de 70% dos servidores do Poder Executivo do Estado estão em teletrabalho. Por isso, a Controladoria-Geral do Estado (CGE) elaborou uma cartilha direcionada a servidores e gestores da administração estadual, mas que pode servir de orientação também para trabalhadores da iniciativa privada.

O caderno está disponível no site da CGE, na aba Institucional, no item Legislação, e na aba de transparência no site. Além das leis que norteiam o trabalho do órgão, em “Recomendações” estão disponíveis também outras cartilhas e guias para o trabalho durante as restrições impostas pela Covid-19.

O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira explicou que é normal as pessoas ficarem um pouco desorientadas pela mudança de rotina, trabalhando em casa. “Com esse material pretendemos fornecer orientações para preservar os dados pessoais. Além de informações relativas ao trabalho em si, principalmente quando tratadas por meio de ferramentas de videoconferência”.

DICAS

Entre as orientações estão: atualizar as plataformas de videoconferência e o antivírus e, também, analisar as políticas de privacidade dos programas usados. Nos termos de uso de cada plataforma de videoconferência ou de compartilhamento de dados é importante saber com quem os dados são compartilhados, onde são armazenados e tratados e para qual finalidade são usados.

Além disso, é fundamental examinar as permissões dadas às plataformas e a quantidade de dados pessoais coletados. Depois de sair do programa de videoconferência, assegure-se de que câmera e microfone estejam desligados.

“São orientações simples, mas sua não observância pode acarretar prejuízo ao servidor e ao trabalho, além do uso indevido de dados que podem gerar ligações indesejadas. Deve-se considerar a privacidade e proteção de dados de terceiros antes de postar ou compartilhar vídeos, imagens, áudios e contato pelas plataformas”.

Assim, para os gestores, é aconselhado orientar os servidores quanto ao uso desses programas. Além da adoção de contas e-mails e telefones corporativos. Eles devem implementar controles de segurança, como controles de acesso, e evitar que sejam compartilhados dados em locais não seguros.

As informações foram compiladas de fontes como a Celepar e a comissão de proteção de dados responsável por fiscalizar esta área na União Europeia.

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