22/08/2023
Cotidiano Região

Infarto mata Edite Esteche, procuradora da Câmara de Marquinho

Edite fez aniversário na segunda (18). Era esposa do procurador de Laranjal, Silmar Esteche, e atuou em quatro municípios nessa mesma função


Edite Esteche (Foto: reprodução/ redes sociais)

A morte repentina da procuradora da Câmara de Vereadores de Marquinho, Edite Esteche, causa comoção nesta sexta (22) na Região. Ela morreu aos 51 anos, completados na última segunda (18), vítima de infarto. De acordo com informações de familiares, o velório começa a partir das 16h, no Centro de Eventos de Marquinho, no Salão de Salão de Leilões. Ainda não há horário para a cremação do corpo, neste sábado (23), em Guarapuava.

Edite era esposa do procurador de Laranjal, Silmar Esteche, e construiu uma carreira ligada ao serviço público municipal. Atuou como procuradora municipal em Marquinho, Goioxim, Santa Maria do Oeste e Laranjal. Deixou uma trajetória reconhecida pela competência técnica e pela presença ativa nas comunidades onde trabalhou.

De acordo com o prefeito de Marquinho, Elio Bolzon Junior, o Juninho, Edite era uma pessoa ativa e ligada ao esporte. Costumava caminhar diariamente por volta das 5h30 da manhã e se preparava para participar, em cerca de 15 dias, de uma caminhada nos Lençóis Maranhenses.

Ainda conforme Juninho, Edite havia feito um check-up médico há cerca de 15 dias, sem qualquer restrição apontada. A informação reforçou o impacto da perda entre familiares, amigos, colegas de trabalho e moradores de Marquinho, especialmente pela rotina saudável que ela mantinha.

O corpo de Edite estava caído, na manhã desta sexta, na praça da cidade. Uma equipe de limpeza o encontrou. A notícia abalou servidores e moradores.

Ainda estamos em estado de choque, porque ela era uma profissional muito competente e fazia parte da comunidade.

LACUNA

Em Marquinho, de acordo com o prefeito, a perda deixa uma lacuna institucional e humana. “Era uma profissional que transitava com firmeza pelo campo jurídico, mas que também era reconhecida pela convivência próxima e pelo vínculo com a vida comunitária”.

A morte de Edite também foi lamentada por lideranças da Região. Os prefeitos Oscar Delgado, de Santa Maria do Oeste, e Maycon Lopes Simioni, de Laranjal, manifestaram pesar em nota.

Mais do que a função pública que ocupava, Edite deixa a memória de uma mulher ativa, presente e comprometida. A morte dela, inesperada e precoce, interrompe uma trajetória de trabalho e convivência que marcou diferentes municípios da Região.

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Cristina Esteche

Jornalista

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