Casos de morte de macacos por febre amarela são 31 na 5ª Regional

A Secretaria Estadual de Saúde alerta que macacos não transmitem a doença e por isso não devem ser mortos. A vacina é a única forma de prevenir

A vacina é a única forma de prevenir a doença (Foto: Arquivo/RSN)

A Secretaria da Saúde do Paraná divulgou nesta quarta (13) o boletim quinzenal da febre amarela. E além dos dados de monitoramento, destaca a importância da vacinação contra a doença. A 5ª Regional de Saúde, que tem sede em Guarapuava, não registrou novos casos de mortes de macacos pela doença neste período.

Atualmente a regional tem 56 casos de macacos encontrados mortos. A Secretaria Estadual de Saúde confirmou que 31 destes animais, morreram infectados por febre amarela. Dos 20 municípios que integram a regional nove encontraram animais mortos, sendo em que em seis deles foi confirmada a morte pela doença.

A cidade de Turvo é a que apresenta o maior número de mortes de macacos, são 15 animais encontrados sendo que 11 testaram positivo para febre amarela. Pitanga confirmou oito casos. Além disso, Boa Ventura de São Roque, Campina do Simão e Prudentópolis confirmaram dois casos cada. Em Guarapuava, cinco macacos morreram em decorrência da doença e em Pinhão outro caso foi confirmado.

Ainda de acordo com a Sesa, nove casos ainda estão sendo investigados, três foram descartados e outros 13 tiveram resultado indeterminado.

A DOENÇA

A morte de macacos infectados servem de alerta para todo o Estado. O secretário Beto Preto lembra que ainda persiste o período sazonal da doença e há presença do vírus circulando no Estado.

“Por isso, o alerta para os gestores de saúde e também para a população sobre a necessidade da imunização contra a doença. Felizmente, ainda não registramos casos em humanos neste período epidemiológico, mas prevalece a indicação da vacina como forma de prevenção”.

VACINA

Ainda de acordo com a Sesa, de janeiro até agora foram aplicadas cerca de 270 mil doses da vacina no Paraná. A vacina da febre amarela está disponível em todo o Estado e, neste momento de pandemia do coronavírus, a Secretaria da Saúde recomenda às secretarias municipais, principalmente das Regiões afetadas com epizootias, que promovam a imunização em locais amplos e arejados. Além disso, que façam parcerias com empresas e instituições para esta atividade.

A faixa etária do público-alvo para receber a dose é formada por pessoas a partir de nove meses a 59 anos 11 meses e 29 dias, que não tenham comprovação de vacinação. A partir de janeiro deste ano o Ministério da Saúde recomenda dose de reforço da vacina aos quatro anos de idade.

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