Dinamites apreendidas seriam usadas para explodir Cadeia Pública de Guarapuava

Informação chegou por denúncia e foi confirmada pelo Comando do Destacamento da PM de Foz do Jordão

(Foto: Ascom/Polícia Militar)

Policiais do Choque, especializados em operações especiais e de alto risco e do Bope – Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar, apreenderam às 19h desta quinta feira (7), 11 unidades de dinamite em Foz do Jordão.

Três sacolas com os explosivos estavam embaixo de uma telha nos fundos de uma residência, que fica na rua Rita Tavares, 139, bairro Segredo. Com a dinamite, os policiais encontraram também três cordões detonantes de coloração vermelha, e mais dois estopins de coloração branca acoplada com espoleta na ponta, pronta para detonação. De acordo com o comando do Destacamento da Polícia Militar em Foz do Jordão, o local foi isolado até a chegada do esquadrão antibombas para a movimentação dos explosivos, o que ocorreu por volta da 0h30 desta sexta (8).

Pablo Henrique de Almeida, de 20 anos foi preso e não informou a procedência dos artefatos. Ele foi trazido com os artefatos para a 14ª SDP de Guarapuava na madrugada desta sexta (8). Segundo informações repassadas ao Portal RSN, o homem seria parente de alguns presos da Operação Segredo, deflagrada em junho de 2015, e que na época, desmantelou uma organização criminosa suspeita de cometer homicídios, furtos e roubos em toda a região.

(Foto: Ascom/Polícia Militar)

A origem e o uso dos explosivos ainda serão investigados pela polícia civil. Mas de acordo com o Comando do Destacamento da PM de Foz do Jordão, o plantão recebeu uma denúncia de que havia dinamites no quintal de uma residência, e que as mesmas seriam usadas para explodir o prédio da Cadeia Pública de Guarapuava e consequentemente, facilitar uma fuga em massa.

Esta seria a segunda tentativa de explodir a cadeia com artefatos desse tipo. Em setembro do ano passado, explosivos foram encontrados na carceragem da Cadeia Pública e encaminhados ao Esquadrão Antibombas da Polícia Militar para identificação.

Na época, foi informado que os explosivos estavam no solário, em local visível, e a suspeita é que seriam utilizados para explodir o solário, permitindo a fuga de presos.

*Reportagem atualizada às 8h10.

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