Justiça aceita alteração na denúncia contra Manvailer pela morte de Tatiane

Agora, ele é acusado, também, de causar intenso sofrimento físico e psíquico na vítima

Ex-professor universitário está preso na Penitenciária Industrial de Guarapuava (Foto: Divulgação)

A juíza Paola Gonçalves Mancini, da 2ª Vara Criminal de Guarapuava, aceitou a mudança da denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra o biólogo Luís Felipe Manvailer, acusado de agredir e matar a guarapuavana Tatiane Spitzner na madrugada do último dia 22 de junho. A alteração foi aceita pela juíza na noite dessa quinta (27).

Na nova denúncia, agora, o MP-PR destaca na acusação de homicídio qualificado o “intenso sofrimento físico e psíquico na vítima”, além das “diversas marcas, equimoses e ferimentos produzidos pelas agressões sofridas ainda em vida”. O laudo de necropsia, divulgado recentemente, também foi anexado ao processo. O documento indicou que a advogada foi morta por asfixia mecânica, antes de seu corpo cair do 4º andar do prédio onde o casal morava, no Centro de Guarapuava.

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Os demais crimes que Manvailer foi denunciado no dia 8 de agosto – cárcere privado e fraude processual – não foram alterados.

Agora, a defesa do réu terá o prazo de 10 dias para responder a nova citação, oferecer documentos, especificar provas e arrolar testemunhas.

No despacho desta quinta (27), a juíza responsável pelo caso também autorizou a entrada das partes envolvidas no apartamento em que o crime ocorreu para diligências.

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